Mon, Jul 24, 2017

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Domingo, 16 de julho de 2017
O fim do Beiral: local será transformado em área de convivência, centro de negócios, um moderno projeto de urbanização

Há certa maldade no debate que está encaminhando a discussão sobre a desativação do Beiral, aquele amontoado de taperas onde as pessoas vivem sem a menor qualidade de vida. Os inimigos da prefeita Teresa Surita cuidam de espalhar que ela vai derrubar as casas do Beiral, passar um trator sobre tudo existente no local, algo irreal, absurdo e desumano.

A reurbanização do bairro Caetano Filho é irreversível, com a retirada evidentemente das famílias que ocupam a área, que só serão removidas com a garantia de que seus direitos financeiros sobre as benfeitorias sejam atendidos. Mas a Prefeitura, como alguns estão minando maldosamente, não vai empregar a força nem o uso de máquinas na calada da noite para demolir as construções ali existentes, muito menos desalojar as famílias residentes de forma acantilada.

Há um projeto técnico com aspecto urbanístico e social, montado sob uma perspectiva inovadora para aquela área tão degradada e não será executado do dia para a noite, como afirmou ontem a prefeita Teresa Surita na apresentação do que se transformará no local que certamente será a referência arquitetônica da capital. A elevação da qualidade de vida das pessoas é o que se pretende com a revitalização do Caetano Filho, que há anos serve de referência ruim para Boa Vista, expondo mazelas apavorantes como o comércio de drogas e farta prostituição.

Para início de conversa a prefeita Teresa não aparecerá de supetão e pilotando um trator, decidida a derrubar as casas na calada de noite. Até definir o formato do que será erguido na área, técnicos do município prospectaram verdadeiro estudo social para determinar a solução, depois de ouvidas as pessoas da área. O novo ponto turístico da cidade será batizado de Parque do Rio Branco.

O projeto passou por todo um levantamento ambiental e sociológico em busca da montagem do perfil de cada morador para em seguida erguer-se o contorno do que será construído. No total a construção das duas etapas da obra deve durar mais de três anos. Se iniciadas em janeiro de 2018 e realizadas sem atraso, todo o projeto será concluído até o final do segundo mandato da prefeita.

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