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Quarta-feira, 25 de outubro de 2017
‘Che Guevara de araque’, diz George Melo sobre Faradilson Mesquita.

Faradilson, sua indefectível roupa camuflada e a governadora Suely. Encontros regulares no Palácio Senador Hélio Campos.

O deputado George Melo (PSDC) definiu ontem como ‘psicopatia e insanidade mental’ a índole do auto proclamado líder das minorias, Faradilson Mesquita, pelas suas habilidades em promover a desordem, o estelionato, com especialização em invasões de propriedade públicas e privadas. Como anda sempre vestido com roupas camufladas nas cores do Exército, George batizou Faradilson de ‘Che Guevara de araque’.

Che Guevara, todos sabem, foi o médico argentino que virou líder revolucionário e juntou-se ao Fidel Castro na revolução cubana, mais tarde, assassinado em uma emboscada na Bolívia. Guevara vestia justamente aquelas roupas camufladas como fardamento de guerra. Evidente que não se pode estabelecer qualquer comparativo entre o líder revolucionário e a nossa imitação aqui do lavrado. Faradilson não chega às botas surradas de Che.

Mas ao se manifestar na Tribuna da Assembleia, ontem de manhã, George Melo não apenas condenou as atitudes de Faradilson como fez graves acusações à governadora Suely Campos por “apoiar esses movimentos criminosos de invasões”. Segundo ele a ligação de Suely com Faradilson é quase umbilical e parece que ela [Suely] faz questão de dar exposição a essa união, pois não são raros os encontros de ambos na sala principal do gabinete governamental no Palácio Senado Hélio Campos.

O parlamentar entende que esse comportamento corriqueiro de Faradilson se configura crime. “Isso é crime! Pessoas de bem que com muita dificuldade investe no seu lote, está vivendo sobre a pressão de um grupo que agora aprendeu a invadir. É inexplicável como essa pessoa tem o apoio governamental. Só vejo uma explicação nisso, é que por trás a governadora estar querendo tirar o foco de algumas de suas ações nefastas. Não vejo outra explicação, até porque e o marido são latifundiários urbanos. Só uma cortina de fumaça pode estar por trás disso”, afirmou.

George Melo disse que vai buscar ajuda junto ao Ministério Público porque apesar de envolver terras de particulares, a Famer, enquanto associação pública, que reúne um grupo expressivo de moradores, comete crime ao invadir terrenos alheias. “Devo procurar os promotores da pasta para denunciar, porque entra ano e sai ano e assistimos esse tipo de ação e não posso concordar com isso”, disse.

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