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Sábado, 4 de novembro de 2017
PMDB de Romero Jucá desiste de barrar alianças regionais e já busca coalizão com o PT em 8 estados

O senador Romero Jucá (RR) está conduzindo o processo de alianças do PMDB em vários estados.

Sem um candidato próprio à Presidência da República em 2018, o PMDB definiu como prioridade nas eleições do próximo ano a manutenção do seu poder de fogo no Congresso Nacional. Para isso, o partido desistiu da ideia de barrar alianças regionais com petistas e liberou peemedebistas para se coligarem nos Estados com o PT, legenda com o qual rompeu no plano nacional desde o impeachment da presidente cassada Dilma Rousseff, em 2016.

A aliança PT-PMDB deve ocorrer em ao menos oito Estados. O objetivo da sigla é se manter como dono das maiores bancadas na Câmara e no Senado na próxima legislatura (2019-2022).

Presidente nacional do PMDB, o senador Romero Jucá (RR) disse ao Estadão/Broadcast que as alianças regionais podem ser feitas com qualquer legenda. "Não há nenhum tipo de proibição. Cada Estado tem uma realidade diferente", disse.

O senador admitiu que membros do partido já estão conversando com integrantes do PT nos Estados e avaliou que não há "nenhum problema nisso". Segundo o dirigente, a questão será oficializada na reunião da executiva do partido, ainda sem data definida para ocorrer. Na semana passada, Jucá se reuniu com deputados federais do PMDB mineiro para anunciar a decisão de liberar as coligações.

Ao liberar as alianças com o PT, o PMDB quer também evitar debandadas de parlamentares do partido. Pelas contas de Celso Pansera (PMDB-RJ), de dez a 12 deputados federais devem deixar a legenda em março, quando haverá janela para troca de partidos, sem risco de perda do mandato. O próprio Pansera deve ser um deles. Pela estimativa do líder do PMDB na Câmara, Baleia Rossi (SP), porém, a debandada deve ser menor. “Acho que uns seis deputados devem sair”, disse. Hoje, o PMDB tem 61 deputados e 22 senadores. Com informações | Estadão.

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