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Quarta-feira, 8 de novembro de 2017
Shéridan é denunciada no STF por ‘comprar’ votos para o ex-marido Zé Anchieta em 2010

Segundo a PGR, Shéridan oferecia benefícios e pagamento de contas em troca de votos para o ex-marido. 

A procuradora-Geral da República, Raquel Dodge, denunciou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a deputada federal Shéridan (PSDB), a Musa do Congresso, pelo crime de compra de votos da época em que ela era primeira-dama de Roraima. Segundo comunicado da PGR, Shéridan é acusada de compra de votos em favor de seu ex-marido José Anchieta Júnior (PSDB) nas eleições de 2010, quando ele disputou e venceu a reeleição para o governo de Roraima, derrotando o ex-governador Neudo Campos.

Essa constatação da PGR, embora tardia, só vem legitimar denuncias antigas apuradas pela Justiça Eleitoral local pós-eleição, que resultaram em uma verdadeira penca de ações judiciais contra Zé Anchieta, inclusive, resultando na cassação de seu mandato em várias delas. Neudo tentou colher o mandato, mas foi barrado pelos artifícios das liminares que mantiveram Zé Anchieta no cargo até abril de 2014 quando desincompatibilizou-se para concorrer ao Senado, felizmente, derrotado.

Esta denúncia contra a relatora da reforma política na Câmara dos Deputados é a primeira da gestão de Raquel Dodge no comando da PGR. “A denunciada era capaz à época dos fatos, possuía consciência da ilicitude e dela se exigia conduta diversa, encontrando-se caracterizada a autoria e materialidade delitivas”, afirma Raquel Dodge na ação.

De acordo com a PGR, a denúncia foi feita com base em áudios gravados pelos eleitores e depoimentos. Segundo relatos de eleitores, a hoje parlamentar teria oferecido inscrições em programa social do governo, pagamento de multas de trânsito, entre outras vantagens, para que votassem em Anchieta Júnior.

De 2008 a 2014, Shéridan exercia o cargo de secretária de Promoção Humana e Desenvolvimento no governo do agora ex-marido. Em depoimento, ela admitiu que participou da campanha de reeleição de Anchieta Júnior.

Em nota enviada por sua assessoria de imprensa, a deputada diz refutar as acusações e lamentar "que o assunto, já abordado anteriormente, seja mais uma vez requentado." A parlamentar afirma ter certeza de que "a verdade prevalecerá no final, quando será provada sua inocência, pois tem total confiança no trabalho da Justiça brasileira". Com informações agências de notícias e PGR.

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