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Sexta-feira, 5 de janeiro de 2018
A ditadura Maduro: Itamaraty considera que brasileiro preso na Venezuela está desaparecido

Jonatan está desaparecido depois que foi a Caracas distribuir presentes para crianças carentes da Venezuela.

O Itamaraty considera que o brasileiro preso em dezembro pelo governo da Venezuela por suposta ligação com "organização criminosa" está desaparecido, segundo fontes do Ministério das Relações Exteriores. Jonatan Diniz está preso em Caracas, desde o dia 26 de dezembro.

Segundo seu irmão, Juliano Diniz, o posicionamento contrário ao governo de Nicolás Maduro pode ter sido o principal fator de sua detenção. Jonatan, de 31 anos, viajou para Caracas no dia 17 de dezembro, levando brinquedos, camisetas e bonés que pretendia distribuir para crianças carentes durante o Natal. Suas doações foram retidas no aeroporto, mas ainda assim, segundo seu irmão, o gaúcho conseguiu realizar uma festa beneficente.

A família de Jonathan acionou o Ministério das Relações Exteriores, que está em contato com as autoridades venezuelanas para negociar a soltura do brasileiro. Contudo, até o momento, o Itamaraty não tem informações sobre sua localização exata ou confirmação dos motivos da prisão, pois o governo da Venezuela vem se recusando a dar informações pelos canais oficiais sobre o brasileiro, contrariando a Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas.

Familiares e amigos de Jonatan criaram uma página no Facebook para incentivar a campanha para sua libertação. Uma petição que busca reunir 20.000 assinaturas também foi criada no site Avaaz, pedindo solidariedade para uma pessoa “incriminada injustamente em território estrangeiro”.

Desde o final de dezembro, o Brasil não tem mais embaixador na Venezuela. O encarregado no país, Ruy Pereira, foi declarado persona non grata pelo governo de Nicolás Maduro e expulso do país. Em resposta, as autoridades brasileiras também expulsaram o representante venezuelano de Brasília.

A chancelaria brasileira mantinha contato com o regime de Nicolás Maduro em busca de detalhes sobre o caso, mas agora afirma que os venezuelanos se recusam a fornecer informações sobre o preso. Fonte | Agências Internacionais.

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