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Quarta-feira, 10 de janeiro de 2018
Pesadelo no Governo de Suely: se não pagar o salário de dezembro hoje, crise institucional será inevitável

A situação de Suely não é confortável e tende a piorar com a crise financeira que se agrava a cada dia.

Colapsado o Governo de Suely pode vivenciar hoje seu primeiro pesadelo, caso não consiga pagar o salário dos servidores efetivos e comissionados, referente a dezembro do ano passado. Um mau sonho , na verdade, é o que vivem todas as categorias das administrações direta e indireta diante da incerteza, já que o programado no calendário do próprio Governo, era que o salário deveria ter sido liquidado no dia 29 de dezembro. Se não houver pagamento hoje, certamente haverá protestos e manifestações de repúdio ao Governo.

O prognóstico é muito ruim. E há notícias confirmadas e também aquelas ‘oficiosas’ que projetam um cenário de caos para os próximos meses, diante do desequilíbrio financeiro e do desajustado Governo que não consegue mais arrumar suas contas, levando a situação que já crítica faz tempo, ara uma crise institucional que se prenuncia inevitável.

Verdadeiramente não há saldo positivo na conta única do Governo capaz de zerar o que deve com folha de pessoal, duodécimo dos poderes, pagamento de encargos sociais, fornecedores, prestadores de serviço e custeio. Pelo volume do problema já não será mais provável que Suely consiga equilibrar as fianças roraimenses até o fim do seu mandato. O ano de 2018 será infelizmente de muita desventura para quem depende do Governo de Roraima para viver.

Entre aliados e adversários políticos da governadora Suely Campos, o clima é de apreensão. Ontem mesmo, em um programa de entrevistas na rádio 93 FM, o presidente da Assembleia Legislativa, Jalser Renier, desenhou um panorama muito sombrio para os próximos meses.

“O Governo quebrou”, disse Jalser em referência ao que se testemunha na gestão de Suely. Segundo ele o Governo está perdido, sem rumo e a tendência é piorar. Ele confessou ter ouvido do próprio secretário de Planejamento, Haroldo Amoras, uma expressão extremamente preocupante: “Roraima está em estado de insolvência”, teria dito Amoras.

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