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Quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018
Venezuelanos invadem Pacaraima: prefeito ameaça decretar Estado de Calamidade

Certamente a cidade mais afetada com toda essa migração venezuelana desordenada, Pacaraima não tem mais como abrigar tanta gente e desvencilhar-se da balburdia social criada com a invasão dos vizinhos que chegam na fronteira aso montes, pelo menos 1.200 todos os dias, segundo relatos da Polícia federal.

Por isso, e prevendo que a situação vai piorar enquanto a fronteira não for fechada, o prefeito de Pacaraima, Juliano Torquato, estuda a possibilidade de decretar estado de calamidade pública em decorrência do estrangulamento já ocasionado em todos os principais serviços do município, comprometido pela quantidade de gente que se aloja nas ruas, praças, calçadas e imóveis públicos do município.

No posto de saúde municipal, que atendia uma média de 80 pessoas ao dia, o número subiu para quase 300 pessoas, com a chegada de famílias inteiras de venezuelanos que procuram o atendimento em Pacaraima porque o país vizinho não oferece mais atendimento à sua população.

A grande demanda tem prejudicado os moradores de Pacaraima. Muitos deles procuram em vão atendimento médico e ficam horas em filas à espera de uma vaga para uma consulta. A presença dos venezuelanos está gerando problemas sociais seríssimos, afetando a tranquilidade dos moradores e contribui para o aumento da violência urbana.

A grande demanda fez surgir outra preocupação: as doenças contagiosas. A direção do posto de saúde conta que são cada vez mais frequentes os casos de hanseníase, tuberculose e outras doenças respiratórias atendidas na cidade. Casos de diarreias, diabetes e outras doenças também são comuns nos atendimentos diários.

“Não temos outra saída a não ser apelar para a situação emergencial de decretar o Estado de calamidade pública. O município não dispõe de recursos para suprir a necessidade de tantas pessoas que procuram a saúde e a educação. Estamos no limite e precisamos de socorro. É preciso que o Governo Federal saia da omissão e nos ajude urgente”, criticou Juliano.

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