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Terça-feira, 4 de setembro de 2018
Ministério Público Eleitoral pede a impugnação da candidatura de Suely Campos

Suely pode ter o registro impugnado porque cometeu um delito na eleição de 2014 e já foi condenada no TSE.

O procurador Rodrigo Mark Freitas, do Ministério Público Eleitoral, ingressou com ação de impugnação do registro da candidatura da governadora Suely Campos (PP) que disputa a reeleição. Ele requer, em definitivo, o indeferimento de registro “visto que se encontra inelegível, por crime previsto na Lei Complementar 64/90”. O pedido foi encaminhado à Justiça Eleitoral com data do último dia 2, mas recebido no protocolo na manhã de ontem, 3.

Rodrigo Freitas afirma que Suely foi condenada em instância superior por ter cometido crime eleitoral na última eleição, em 2014, por fazer doação de recursos para campanha acima dos limites previstos, para o marido Neudo Campos, então candidato naquele ano, mais tarde desistente por ter sido enquadrado na lei da Ficha Limpa.

O Ministério Público sustenta que a ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Rosa Weber condenou, em decisão monocrática, a governadora do Estado de Roraima, Suely Campos (PP), por doação irregular para campanha política.

Segundo consta nos autos da representação 304.26.2015.6.23.0001, de 2014, que Maria Suely Silva Campos fez doação acima do limpe para o então candidato Neudo Ribeiro Campos, incorrendo em violação prevista em lei, e que já foi condenada em 2016 pela prática do referido delito.

Na página de Divulgação de Candidaturas Eleitorais (www.tse.jus.br/divulgacandcontas) a situação de candidatura de Suely Campos continua irregular, aguardando julgamento. Aliás entre todos os cinco candidatos que disputam o Governo de Roraima, apenas Fábio Almeida (Psol) teve o registro de candidatura deferido pela Justiça Eleitoral. Os demais, a exemplo de Suely, continuam aguardando julgamento.

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