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Quinta-feira, 13 de setembro de 2018
Suely debocha do povo roraimense. ‘Se for reeleita vou continuar empregando minha família’, afirmou na TV

Quando se trata de desarrimar da cara do povo roraimense, Suely Campos é ‘pós-doc’ – talvez ela nem saiba o significado disso. Ontem ela afirmou, em entrevista ao G1 e a TV Roraima, que empregar parentes no Governo é natural ‘faz parte da cultura política de Roraima’, disse, com cara de deboche.

Na maior caradura a governadora afirmou que nomeou e nomeará seus familiares para cargos de confiança, embora tenha sofrido uma exprobração do Ministério Público e a reprovação da população pela escolha de filhos, irmãos, sobrinhos, genros, noras e mais um monte de parentes de até 5º grau, no início do mandato, responsável pelo maior escândalo de nepotismo da história do país.

“Cargos de secretários são políticos. Eu tenho uma filha e uma irmã no governo. Eu não sei dizer se irei continuar nomeando-as, mas se elas quiserem continuar. A Emília, por exemplo, faz um belíssimo trabalho na assistência social, a secretária [de Cultura] Selma já declinou, que ela não quer continuar como secretária. […] A Emília, certamente, eu tenho intenção de manter. Ela faz um trabalho muito bom”, disse.

A ‘família nepote’ reinou nos melhores cargos desde o primeiro dia mandato de Suely, em 2015. Alguns deixaram as funções por pura incapacidade gerencial e outros foram apeados por problemas administrativos. Mas nesses quase quatro anos sugaram o Estado em m ais de R$ 10 milhões só em salários, fora outros benefícios.

Mesmo assim Sua Excelência resiste e bem longe de amenizar sua posição irresignada sobre nepotismo, teima em contestar qualquer crítica sobre seu erro. Uma posição, aliás, que contraria o bom senso porque vai de encontro aos bons costumes na administração pública. Suely só não empregou os netos por razões óbvias: eles ainda são criancinhas.

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