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Quinta-feira, 25 de outubro de 2018
Governo quebrado: Jorge Eveton protocola na Assembleia um pedido de intervenção federal no estado

Jorge Everton pede providências da Assembleia Legislativa para que formalize o pedido de intervenção.

A crise financeira do Governo de Suely Campos parece não ter fim. A todo instante aparece um grupo de servidores a protestar pelo atraso de salário. Ontem as mulheres de militares e agentes da polícia civil foram bater panelas na porta do Palácio Senador Hélio Campos. E ontem também foi levado ao conhecimento público um pedido de intervenção no Estado, proposto em documento protocolado na Assembleia Legislativa pelo deputado estadual Jorge Everton (MDB).

O parlamentar assinala que há mais de 2 anos vem alertando a população e a Casa Legislativa para o caos que se instalaria [como se instalou] em Roraima pela má gestão de Suely Campos. No documento Jorge Everton faz um relato da bagunça administrativa que afeta a cada setor administrativo, sobretudo os mais prioritários [educação, saúde pública, segurança e infraestrutura] e sustenta que a crise financeira se intensificou após a derrota de Suely no 1º turno.

Mas a desordem mais evidente, segundo Everton, decorre da falta de pagamento de salários de servidores, impactando negativamente na economia, além de deixar várias famílias desamparadas, sem condições de adquirir alimentos e recursos básicos. De acordo com Everton, “a situação viola o princípio constitucional da dignidade humana”.

No documento protocolado na terça-feira (23), na Mesa Diretora da ALE, o deputado aponta a necessidade do emprego de medidas judiciais contra Suely, responsabilizando-a pela catástrofe que se abateu sobre Roraima. “Tamanha é a desordem instalada, que até mesmo o fornecimento de energia elétrica de vários órgãos públicos estão prestes a iniciarem uma paralisação, o que sem dúvida prejudicaria ainda mais o já caótico momento do Estado”, completou.

“Eu venho denunciando o desmando desse Governo, que priorizou despesas desnecessárias, como a pintura de escola nas cores de seu partido, que custou R$ 60 milhões de reis. (…) Esse Governo não está preocupado em achar soluções. Precisamos extinguir secretarias que só servem de cabide eleitoral. Nós precisamos de uma intervenção federal para que se traga uma solução imediata para esse problema”, disse Jorge Everton.

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