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Quinta-feira, 22 de novembro de 2018
Desespero: Mulheres de militares querem recursos do IPER para pagar salários dos maridos

Um grupo de mulheres de militares, acampadas em frente ao Palácio Senador Hélio Campos reivindicando o pagamento em dia de salários atrasados dos maridos, foi peregrinar ontem na porta do Tribunal de Justiça. Foram garimpar o improvável: rogar que a Justiça libere os recursos os IPERR para o pagamento dos salários de outubro.

A vindicação certamente não será atendida porque não encontra amparo lega para que a receita do Instituto de Previdência do Estado seja utilizada para ouros fins, senão o de pagar aposentadorias e benefícios e servidores do quadro de pessoal do órgão.

O que querem as esposas já foi tentado duas vezes pela governadora Suely Campos, com o envio de um projeto – inclusive aprovado na surdina por deputados estaduais – com o objetivo de se apropriar de cerca de R$ 600 milhões, a título de empréstimo – com a promessa de eu o dinheiro seria usado para pagar salários e dividas recorrentes.

A ação andou no parlamento mas foi brecada por ações do Ministério Público, sob o julgo de inconstitucionalidade. O bloqueio nas contas do IPERR não alcançou somente o montante almejado pelo Governo, mas todo o ativo financeiro, algo em torno de R$ 3 bilhões. Portanto a depender dessa almejada ação da Justiça, as esposas dos militares e suas famílias não terão dinheiro para as festas de final de ano.

Conforme a presidente da Associação, Quézia Mendonça, o uso dos recursos do Instituto de Previdência (Iperr), neste momento, seria o caminho menos traumático para resolver a situação. Ela reconheceu que se trata de um tema polêmico, mas a situação das famílias dos militares "está insustentável".

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