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Sexta-feira, 30 de novembro de 2018
A vida nababesca de Guilherme

Guilherme Campos, o 'Gui', caçula da família Silva Campos, levava uma vida nababesca e fazia questão de ostentar. Tem verdadeiro fascínio por carros de luxo importados, com preferência para os esportivos: já teve Mustang, Ferrari, Mercedes, BMW e ultimamente exibia veículos da marca Audi.

Metido a roqueiro, vivia viajando para o exterior e não escondia de ninguém o gosto pela vida luxuosa que tinha, pois postava tudo no Facebook.

Em Roraima ‘todo mundo’ sabia das traquinagens do filho mais novo da governadora. Como não havia provas, não havia como denunciá-lo. Mas a casa um dia cairia. E caiu...

Interessante que na relação de negócios com a própria mãe, Guilherme chegou a cortar o fornecimento de comida para os presos poque não recebia a fatura. Parece que faz parte do dna da família Silva Campos, né!

Guilherme e Renanzinho: os ‘capos’

3011 RenanzinhoOs responsáveis pela empresa Qualigoumert, uma verdadeira ‘fábrica’ de dinheiro sujo, são na verdade o deputado estadual eleito Renan Filho e Guilherme Campos, filho da governadora Suely Campos. Essa afirmação foi feita pelo delegado da Polícia Federal, Anderson Alves, que conduziu as investigações da Operação Escuridão.

Mas como não apareciam legalmente no comando da empresa, Guilherme e ‘Renanzinho’ elegeram preposto o amigo João Kleber, que obrava como ‘laranja’.

As investigações mostram que a empresa, responsável pelos fornecimentos desde 26/02/2015 até a presente data, superfaturava o valor da alimentação, além de informar quantitativo superior de refeições ao que era efetivamente providenciado e de fornecer alimentos de baixa qualidade.

A investigação provou que Kleber não tinha recursos financeiros para comprar a empresa, o que aconteceu no ano de 2016, quando a terceirizada mudou de nome, mas ficou com o mesmo CNPJ.

A transição ocorreu de forma fictícia. Os 30% do dinheiro sacados por João Kleber eram repassados aos verdadeiros proprietários: Renan Filho e Guilherme Campos. O dinheiro também era usado para pagar propina a agentes públicos que participavam da associação criminosa", reforçou o delegado.

Por Expedito Perônnico

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