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Sexta-feira, 14 de dezembro de 2018
STJ mantém Guilherme Campos preso na carceragem da Polícia Federal, em Brasília

O 'boa-vida' Guilherme Campos continua preso na carceragem da Polícia Federal, em Brasília.

Guilheme Campos, filho caçula da governadora afastada Suely Campos ao que tudo indica vai esperar a visita do papai Noel na cadeia. É que em decisão monocrática o ministro Reynaldo Soares da Fonseca, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou uma ordem de ‘habeas corpus’ impetrada por seus advogados.

Guilherme cumpre prisão preventiva na carceragem da Polícia Federal em Brasília, acusado como principal personagem de um desvio de mais de R$ 70 milhões através de contratos fraudulentos com o sistema prisional para a distribuição de quentinhas para os detentos.

No pedido de liberdade o advogado de Guilherme sustenta que a prisão dele foi ilegal por ter violado a presunção da inocência e que por isso deveria ser anulada.

O advogado informou ainda que o ministro deve reanalisar o caso em 72h, quando deve sair uma nova decisão para o pedido de soltura.

"Em princípio, não vislumbro a alegada nulidade da prisão. Quanto aos pressupostos da prisão preventiva, o decreto apresenta dados indicativos de materialidade e de autoria/participação do paciente [Guilherme] no esquema investigado", citou o ministro Reynaldo ao negar o pedido.

A defesa sustentou ainda que o desembargador do Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR) não tinha competência para decretar a prisão preventiva de Guilherme Campos.

O ministro esclarece que não houve qualquer violação à Súmula 122 do STJ, como apontado pela defesa do acusado. O ministro reforçou na decisão que o juiz havia declinado competência a outra instância.

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