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Sábado, 12 de janeiro de 2019
Opositor se declara presidente interino da Venezuela convocar população para derrubar Maduro

O deputado federal Juan Guaidó, chefe da Assembleia Nacional, o Parlamento venezuelano, controlado pela oposição, se declarou ontem, 11, presidente do país e pediu ajuda dos militares para derrubar o presidente Nicolás Maduro. O secretário-geral da OEA, Luis Almagro, um crítico de Maduro, chamou Guaidó de “presidente interino” da Venezuela no Twitter.

Em discurso diante de centenas de manifestantes em Caracas, Guaidó citou vários artigos da Constituição para reivindicar o poder. “A Constituição me dá legitimidade para exercer o cargo de presidente, para convocar eleições, mas preciso do apoio dos cidadãos para tornar isso uma realidade”, disse. “Devem ser o povo da Venezuela, as Forças Armadas, a comunidade internacional que nos levam a assumir o mandato.”

Em nota, a diplomacia brasileira também elogiou o presidente da Assembleia Nacional. “Saudamos a manifestação do presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, de estar disposto a assumir constitucionalmente a presidência da Venezuela, diante da ilegitimidade da posse de Nicolás Maduro.”

Imediatamente, Maduro fez um pronunciamento para mostrar que ainda tem o controle do governo. “Isso (a declaração de Guaidó) foi um show para desestabilizar o país”, disse o chavista. “De agora em diante, todos os dias eles vão montar um espetáculo. Se reúnem à noite para decidir qual será o show do dia seguinte.”

Guaidó se tornou presidente da Assembleia Nacional no dia 5, em substituição ao opositor Julio Borges. O Parlamento foi eleito em 2016 com dois terços de maioria opositora. No ano seguinte, porém, o órgão perdeu completamente suas funções quando Maduro convocou uma Assembleia Constituinte, boicotada pela oposição, que assumiu os trabalhos legislativos.

Maduro tomou posse para um segundo mandato na quinta-feira. Diante do prédio da Suprema Corte, onde ele prestou juramento, havia apenas alguns apoiadores, uma situação diferente da multidão que o aplaudiu na estreia de seu primeiro mandato, em abril de 2013. Com Internacionais / AFP e REUTERS.

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