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Quinta-feira, 25 de abril de 2019
Energia insegura: ‘Roraima pode ser engolido pela escuridão’, alerta deputado

Os apagões recentes e a falta de transparência na comunicação da empresa fornecedora de energia para Roraima, levou o deputado estadual Coronel Chagas (PRTB) a fazer um alerta ontem de que estamos vivendo um possível racionamento, com a ameaça real de sofremos um apagão geral nos próximos meses em função da pressão por conta do alto consumo e da falta de manutenção nos parques térmicos que abastecem o Estado.

Ao usar a tribuna da Assembleia Legislativa, ontem de manhã, Chagas a atenção para a atribuição da Roraima Energia, que tem a obrigação, segundo ele, de fornecer a energia aos roraimenses de forma segura e ininterrupta, independentemente do fato de a linha de transmissão que liga Roraima ao sistema nacional de energia elétrica, o Linhão de Tucuruí, ainda não ter saído do papel.

“Se a energia a ser distribuída vai ser de Guri [Complexo de Guri na Venezuela], de Tucuruí ou de usinas termelétricas, a nós não interessa. Queremos energia de qualidade, sem racionamento, porque estamos pagando a energia mais cara do Brasil”, protestou o parlamentar.

Demonstrando indignação com o racionamento praticado pela distribuidora, que remonta as décadas de 80 e 90, quando cada bairro passava até quatros sem energia elétrica, o deputado usou uma expressão popular para criticar a empresa. “Quem não pode com o pote, não segura na rodilha. A Roraima Energia que coloque mais geradores, de forma paliativa, até se resolver Guri ou a construção do Linhão de Tucuruí, pois pagamos muito caro e não temos segurança”.

O deputado relatou que o consumo de Roraima gira em torno de 175 megawatts, para uma produção total das três fontes geradores que está entre 170 a 175 megawatts. Roraima dispõe de três fontes geradoras de energia: Usina de Monte Cristo [produzindo 90 megawatts], Usina do Jardim Floresta e a do Distrito Industrial (juntas com 80 megawatts). “Se uma dessas duas últimas quebrar, vamos ter um terço da cidade às escuras. E se for a de Monte Cristo, metade da cidade no escuro”, alertou.

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