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Sexta-feira, 26 de abril de 2019
Contratação de ‘bolsominho’ transforma Chico Rodrigues em ‘saco de pancadas’

Aparentemente natural a contratação do estudante de administração Leonardo Rodrigues de Jesus, o Léo Índio, para o segundo maior cargo de seu gabinete, com um salário de R$ 22,9 mil mensais, jogou a grande imprensa e os sites de notícias políticas contra Chico Rodrigues (DEM). O assunto ‘bombou’ na internet, encheu páginas de jornais e, claro, transformou o senador roraimense no ‘saco de pancadas’ do momento.

Chico poderia ter nomeado outro assessor, aqui mesmo de Roraima, escolhido entre seus aliados. Ou outro profissional qualquer, que não teria atiçado a histeria nacional. Mas o fato é que o admitido é justamente um ‘bosominho’, terá um salário faustoso, nunca pôs os pés em solo macuxi e como valor agregado é primo dos filhos do presidente da República Jair Bolsonaro.

E na tentativa de se explicar – melhor que tivesse ficado calado – Chico enroscou-se mais ainda ao afirmar que escolheu o novo assessor pelo ‘seu feeling apurado e ‘desenvoltura’. Ele nega ter atendido a pedidos de emprego da família Bolsonaro.

Leonardo, que é estudante de administração, ocupará o cargo de assessor parlamentar do senador, que só tem remuneração inferior ao de chefe de gabinete, que recebe R$ 26,9 mil por mês. Tem 35 anos e cursa administração na faculdade Cândido Mendes, no Rio de Janeiro. Sobre os motivos que o levaram a escolher o assessor, já que ele não tem experiência na vida parlamentar em Brasília, o senador disse que tem contratados em seu gabinete mestres, doutores e especialistas, mas que também está apostando em jovens.

Quando lhe foi perguntado sobre o fato de Leonardo ter laços familiares com a família Bolsonaro, o senador disse que isso não é um problema. “Melhor ainda sendo sobrinho do presidente. Qual o mal que tem nisso aí?”, afirmou.

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