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Sábado, 24 de agosto de 2019
Operação Arcanjo: Ex-procurador e empresários terão que cumprir pena por prática de pedofilia

Onze anos após a deflagração da Operação Arcanjo, que desarticulou uma rede de pedofilia no estado e, vários recursos impetrados pela defesa dos réus, inclusive, junto ao Superior Tribunal de Justiça e Supremo Tribunal Federal, o processo sobre o caso transitou em julgado, ou seja, não cabe mais recurso e sete dos nove réus terão que cumprir suas penas.

Ao final do processo, que iniciou com a denúncia do Ministério Público do Estado de Roraima, em 2008, os réus foram condenados pelos crimes de estupro, exploração sexual, corrupção de menores, dentre outros. Os réus também foram condenados a perda dos cargos públicos que exerciam na época.

Com a condenação em todas as instâncias, o ex-procurador-geral do Estado, Luciano Queiroz, foi sentenciado a cumprir pena de 75 anos de reclusão; José Queiroz a 15 anos; o irmão de José Queiroz, Valdivino Queiroz, à pena de 14 anos; o major da Polícia Militar, Raimundo Gomes, a 28 anos de reclusão; o funcionário público Hebron Vilhena, a 8 anos; Jackson Ferreira, a 6 anos, e Lidiane Foo, a 159 anos somados todos os crimes.

Os processos envolvendo as rés Bárbara do Nascimento Foo e Silvania Severa Pinho de Araújo seguem tramitando na justiça, enquanto Givanildo dos Santos Castro foi absolvido.

Para o Promotor de Justiça de Crimes Contra a Dignidade Sexual, José Rocha Neto, que acompanhou o caso desde o início das investigações, as condenações põe fim a uma longa espera de um caso que chocou a sociedade roraimense.

“Apesar da longa espera, as condenações mostram que a responsabilidade criminal pode atingir qualquer pessoa independente de classe social. O resultado serve de alerta para os que tenham índoles semelhante a dos réus”, destaca o Promotor de Justiça ao lembrar que pelo menos 19 crianças e adolescentes foram vítimas de exploração e abuso sexual. Fonte | Ministério Público

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