Quinta, 27 Outubro 2016 13:41

Planejamento e controle: Boa Vista sofrer menos com a redução das receitas, afirma Teresa

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Quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Planejamento e controle: Boa Vista sofrer menos

com a redução das receitas, afirma Teresa


Apesar da redução das receitas públicas em todo país, o que afeta diretamente os municípios, a Prefeitura de Boa Vista está conseguindo manter o equilíbrio das contas públicas sem a adoção de medidas drásticas, ao contrário da maioria dos municípios brasileiros que amarga as consequências da crise financeira. Atualmente 80% dos municípios estão com as contas no vermelho. Desde o agravamento da crise em 2014, a Prefeitura de Boa Vista adotou uma política de austeridade, ou seja, controle rígido dos processos e gastos públicos. O planejamento leva em conta a melhor relação entre custo e benefício. O momento é de cautela, como alerta a prefeita Teresa Surita.

O Brasil vive momentos de crise e Boa Vista também, mas para que possamos manter os serviços e compromissos firmados estamos fazendo ajustes necessários para a manutenção do equilíbrio das contas, sem prejuízo à população e aos nossos servidores”, disse Teresa.

O controle rígido dos gastos segue para 2017, que tem orçamento estimado em R$ 1,1 bilhão (em aprovação na Câmara dos Vereadores). Parte dessas receitas é vinculada, ou seja, tem finalidade específica previamente determinada, é o caso do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação), Saúde e convênios. Com isso, o município deve trabalhar com um orçamento real de R$ 670 milhões na gestão das demais áreas. A prefeita Teresa Surita ressaltou que a situação exige cautela, mas que todos os compromissos serão mantidos.

"Continuem acreditando que vamos continuar a executar o projeto de transformar Boa Vista na melhor capital em qualidade de vida do país, mesmo com a crise, pois temos uma população que acredita que o que nós falamos, nós fazemos e juntos poderemos superar mais um momento difícil vivido pelo Brasil e por Roraima”, completou Teresa.

 

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