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Sexta, 02 Junho 2017 12:46

A reza deu certo e Prola é mantido no Comando Geral da Polícia Militar

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Sexta-feira, 2 de junho de 2017
A reza deu certo e Prola é mantido
no Comando Geral da Polícia Militar

Fez efeito a unção e a impostação de mãos de pastores e líderes religiosos em culto ecumênico sobre a cabeça do coronel da reserva Edison Prola, tanto que sua nomeação recente para comandar a Polícia Militar de Roraima foi mantida. A escolha de Prola aparentemente natural do ponto de vista administrativo, gerou um reboliço no QCG da Briosa causando uma rebelião entre coronéis de alto coturno que adversos à saída de Prola da ‘caverna’ forçaram a revogação do ato por via judicial já que não conseguiram através de articulações políticas incultas.

Ontem, porém, o desembargador Jesus Nascimento decidiu que a posse de Prola constitui ato absolutamente legal, foi feita dentro das normas vigentes, portanto, negou o pedido de liminar dos coronéis insurgentes da ativa que alegaram incongruência na atitude da governadora Suely Campos. Para o magistrado, o cargo de comandante deve ser ocupado por militar da ativa e o coronel ao ser convocado da reserva teria voltado a atividade.

O juiz entendeu que a posse está dentro da esfera de poder da Governadora do Estado, não vislumbrando nenhuma ilegalidade manifesta ou ofensa a direito líquido e certo dos impetrantes, “uma vez que, na condição de coronéis da Polícia Militar do Estado, eles só têm a expectativa de serem, por ventura, nomeados para o Comando”.

Ainda na decisão que negou o pedido de liminar, o relator dá um prazo de 10 dias para que a Procuradoria-Geral de Justiça se manifeste sobre a ação.

Em até 30 dias, ou mais, conforme informou o Tribunal de Justiça de Roraima, a decisão do relator deve ser analisada pelo tribunal pleno. Nessa fase, dez desembargadores votam acerca da ação.

Constata-se que a Chefe do Executivo Estadual convocou o Cel. Edison Prola, que se encontrava na reserva remunerada para que ele assumisse o Comando da Polícia Militar do Estado, do que deflui que a intenção do ato convocatório foi o seu aproveitamento devido seus conhecimentos técnicos e especializados como oficial da referida corporação, da qual ele já foi comandante”, disse o magistrado no final da sentença.