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Quarta, 07 Junho 2017 11:09

Jorge Everton contesta o termo ‘factoide’: “às provas são robustas e consistentes”

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Quarta-feira, 7 de junho de 2017
Jorge Everton contesta o termo ‘factoide’: “às provas são
robustas e consistentes”, diz sobre o relatório da CPI

0706 Deputado Jorge EwertonConcluída a primeira fase da investigação sobre o sistema prisional, a parte mais graúda da CPI virá nos próximos dias quando o relatório será submetido ao Plenário e seus encaminhamentos seguintes.

Segundo Jorge Everton, relator da Comissão, “essa história de que produzimos um factoide não terá influência nenhuma nos próximos passos, porque as decisões virão sobre o conjunto de provas. E quanto a isso tivemos o cuidado de resguardar o princípio da lei: denunciar somente aquilo que realmente existe de fato”.

O parlamentar ressalta que uma das atividades do Legislativo é justamente fiscalizar as ações do Executivo. Portanto, ao invés de partir para o enfrentamento ele acha que o Palácio Hélio Campos deveria compilar o que foi apurado na investigação e se posicionar sobre a veracidade das informações depois tomar providência para acertar o que está errado e desprezar o que eventualmente esteja fora de ordem.

O relatório foi no sentido de abrir procedimento por crime de responsabilidade cometido pela governadora Suely Campos, por tomar conhecimento de fatos noticiados, [ter conhecimento] do que vinha acontecendo e sequer tomar providência no sentido de sanar, apurar, investigar ou impedir que esses atos fossem contínuos. Muito pelo contrário, ela deu cheque em branco ao permitir que esse decreto de emergência se perpetuasse por mais de 22 meses fazendo com que o recurso público fosse retirado de forma indevida do estado", analisou o relator.