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Terça, 13 Junho 2017 08:42

Roraimense quer o lugar de Janot: Para Franklin combater a corrupção

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Terça-feira, 13 de junho de 2017
Roraimense quer o lugar de Janot: Para Franklin
combater a corrupção será prioridade em sua gestão

Os termos do acordo de delação premiada entre o Ministério Público Federal e os irmãos Joesley e Wesley Batista dividem os candidatos à procurador-geral da República. Na disputa pela cadeira de Rodrigo Janot, o roraimense Franklin Rodrigues da Costa, que é sub-procurador da República, defende como área principal da PRG o combate à corrupção. Franklin avalia que o trabalho feito na PGR e nos Estados sobre a Operação Lava Jato tem sido eficiente e de resultado inovador, em um País em que a impressão da sociedade era de impunidade do alto escalão. “Basta ver o número de pessoas condenadas e presas – o que é mais significativo – e o porte social econômico e político dessas pessoas”, diz ele.

Foi perguntado sua opinião sobre a possibilidade de concessão de imunidade penal em acordos de colaboração premiada. Ao que o roraimense respondeu: “Quanto à revisão de benefícios, não há como rever a sua dosimetria. E isso independe do fato de o Ministério Público estar sob a égide de uma ou outra chefia, porque estamos submetidos aos princípios da unidade, da continuidade, e da segurança jurídica. Se o fizéssemos, o instituto da colaboração cairia em descrédito. Potenciais colaboradores passariam a se negar a colaborar, em razão da falta de confiança na estabilidade das condições que tivessem assinado”.

Segundo Franklin a Lava Jato e grandes operações que apuram atos que configuram ilícitos penais, estão na vertente de atuação criminal do Ministério Público. A repercussão causada decorre da assombrosa teia formada por integrantes do alto escalão de governo e grandes corporações, do número enorme de delitos que se tem identificado e dos soberbos valores drenados dos cofres públicos e dos contribuintes.

A exposição do MP no noticiário, quanto à sua atuação criminal, decorre de ser esse o Órgão de investigação e acusação desses fatos, os quais assumem grande relevância se destacam pela dimensão do dano social, político e econômico que causam ao País. O MP permanece trabalhando firmemente nas demais áreas de atuação, como combate aos crimes previdenciários, proteção dos direitos humanos, incluindo aí o combate à tortura e ao trabalho escravo, e ainda a defesa do meio ambiente, consumidor e prestação de serviços de saúde”, disse. [Com informações Estadão].