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Segunda, 21 Outubro 2019 20:54

Tempos sombrios se aproximam. O Chile manda o recado: eu sou você amanhã. Acompanhe a cronologia dos fatos - BLOG do jornalista Neimar Fernandes

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segunda-feira, 21 de outubro de 2019
Tempos sombrios se aproximam. O Chile manda o recado: eu sou você amanhã. Acompanhe a cronologia dos fatos

Diversos países da América Latina entram em caos e começam a sofrer desestabilizações.

23/09 – OEA, por ação de Brasil e EUA desfere um duro golpe contra o Foro de São Paulo: invocam o TIAR para investigar a relação entre a Venezuela e o tráfico de drogas obrigando todas as agências dos países-membros (FBI, CIA, PF) participem da investigação.

24/09 – Nicolás Maduro viaja PARA A RÚSSIA e seu braço direito, Diosdado Cabello, vai para a CORÉIA DO NORTE. Foram reunir apoio contra a nova ofensiva.

26/09 – Misteriosas manchas de petróleo cru começam a poluir todo o litoral nordestino. Curiosamente, o número aumentou precisamente no curso dos eventos aqui descritos. Acidente ou atentado?

30/09 – Peru. Crise interna faz com que o Presidente Martín Vizcarra feche o Congresso e barre nomeações ao Supremo Tribunal. O caos se instala.

08/10 – Equador. Uma série de protestos violentos (semelhantes aos black blocs de 2013 no Brasil), provocados supostamente pela alta dos combustíveis, leva o Presidente Lenín Moreno a decretar estado de sítio e transferir a sua capital.

10/10 – Honduras. Oposição de esquerda, apoiadora do amigo de Lula, Manuel Zelaya, vai às ruas, em protestos violentos, exigir a queda do Presidente Hernandez (logo após anúncio de acordo de cooperação em segurança com Trump).

18/10- México. Uma guerra entre o narcotráfico e as Forças Armadas, após a prisão do filho de “El Chapo”, leva ao caos interno e é vencida pelo tráfico. O Presidente, de esquerda, se rende.

20/10 – Chile. Série de protestos violentos no interior do país (mais uma vez, repetindo os black blocs brasileiros, de 2013), leva ao caos, vandalismo, mortes e decretação do estado de emergência por Piñera.

27/10 – ARGENTINA – Eleições de 2019 com Cristina Kirchner, amiga de Lula, Maduro e fundadora do Foro de São Paulo, muito próxima de voltar ao poder.

BRASIL, atualmente. Jair Bolsonaro enfrenta traições de todos os lados, especialmente dentro de sua base política. O establishment burocrático age para criminalizar seus apoiadores mais leais, punir o movimento conservador e forjar um crime para derrubar o Presidente.

PALAVRAS DE DIOSDADO CABELLO NO FORO DE SÃO PAULO: “O que está se passando no Peru, Chile, Equador, Argentina, Honduras é apenas uma brisa: virá um furacão bolivariano”. O braço direito de Maduro confirma que o ataque está próximo.

Paraguai e Colômbia – Tentativas de derrubada do Presidente Marito no Paraguai e retomada de ação armada das FARC na Colômbia. O Foro de São Paulo está se reerguendo. O ataque sobre o Brasil virá por último e mais forte.

Com essa releitura de Taiguara Fernandes, podemos concluir que essa guerra será vencida, não com armamentos pesados ou bombas atômicas, mas com a força da comunicação social, senão vejamos:

As forças armadas só irão intervir se a população estivar maciçamente nas ruas. Foi assim em 1964. Enquanto não houve a união dos políticos descontentes, população, igreja e imprensa nada aconteceu e o Brasil vivia momentos de caos e total desgoverno.

Muitos erros se sucederam ao movimento de 1964 e esse é o maior temor de que algo semelhante aconteça. Tomar o poder pela força é, relativamente fácil, difícil é devolve-lo de forma democrática e rápida.

Uma intervenção militar é tudo que as esquerdas querem nesse momento. A gritaria mundial contra um GOLPE NO BRASIL, provocará um retrocesso monstruoso em todas as últimas conquistas e libertação do jugo comunista de nossa nação.

Provavelmente os generais substituirão o presidente Bolsonaro e estabelecerão um regime de exceção, com promessas de uma redemocratização breve.

O apego ao poder muda todo o comportamento do ser humano, ninguém está livre disto, a menos que tenha extrema consciência de patriotismo, compromisso com a verdade e temor a Deus, para cumprir promessas e deveres assumidos.

Vivemos um descarado movimento de grande parte do STF, se envolvendo em decisões que extrapolam suas funções constitucionais, atropelando o bom senso com finalidades escusas de interferência na governabilidade e, consequentemente, na estabilidade da nação.

Líderes políticos experientes, aproveitando-se da fragilidade do congresso devido ao grande número de novos e inexperientes parlamentares, manipulam e conspiram para impedir quaisquer atitudes que possam representar execução de compromissos de campanha feitos pelo atual presidente da república.

Sem nenhum compromisso com o bem estar, seja na saúde, educação, trabalho ou recuperação econômica cabeças coroadas dos três poderes trabalham abertamente pela desestabilização no executivo e já tentam iniciar a campanha para 2022 com menos de 1/4 do atual mandato.

Esse roteiro já foi escrito várias vezes, resultando em filmes diferentes. Vamos relembrar:

No primeiro semestre de 1954, a corrupção chegou a pessoas muito próximas de Getúlio (um de seus filhos foi acusado de fazer negócios escusos) e isso o desgastou muito. O presidente, entretanto, nunca foi corrupto. Getúlio sabia que haveria um golpe das forças armadas para depô-lo. Na última reunião que fez com o ministério, pouquíssimas pessoas ficaram do seu lado. Já idoso (tinha 72 anos) e experiente das lutas políticas, Getúlio sentiu que o cerco havia se fechado e preferiu o gesto dramático do suicídio. Esse gesto, devido a grande comoção nacional, evitou o golpe e levou ao poder em eleições diretas Juscelino Kubistchek. (Fonte Agência Senado).

Em 1961 A viagem do vice João Goulart à República Popular da China, à União Soviética e a outros países do Oriente, foi apoiada pelo presidente da República. O que não se sabia era que, em meio a este périplo, o País ficaria sem seu presidente eleito e a sucessão natural estaria ameaçada. João Goulart, que viajou como chefe de uma missão econômica e parlamentar, levou 31 dias para voltar ao Brasil, onde só desembarcou com a certeza de que assumiria a presidência no lugar de Jânio, mesmo que sob o regime parlamentarista.

Na madrugada do dia 31 de março de 1964, um golpe militar foi deflagrado contra o governo legalmente constituído de João Goulart. A falta de reação do governo e dos grupos que lhe davam apoio foi notável. Não se conseguiu articular os militares legalistas. Também fracassou uma greve geral proposta pelo Comando Geral dos Trabalhadores (CGT) em apoio ao governo. João Goulart, em busca de segurança, viajou no dia 1o de abril do Rio, para Brasília, e em seguida para Porto Alegre, onde Leonel Brizola tentava organizar a resistência com apoio de oficiais legalistas, a exemplo do que ocorrera em 1961. Apesar da insistência de Brizola, Jango desistiu de um confronto militar com os golpistas e seguiu para o exílio no Uruguai, de onde só retornaria ao Brasil para ser sepultado, em 1976.

Como já ocorrera em 1961, após a renúncia de Jânio Quadros, o poder real, no entanto, encontrava-se em mãos militares. No dia 2 de abril, foi organizado o autodenominado “Comando Supremo da Revolução”, composto por três membros: o brigadeiro Francisco de Assis Correia de Melo (Aeronáutica), o vice-almirante Augusto Rademaker (Marinha) e o general Artur da Costa e Silva, representante do Exército e homem-forte do triunvirato. Essa junta permaneceria no poder por duas semanas.

O resto da história eu não vou contar aqui, fato é que quem a escreve, geralmente, são os vencedores e por isto é preciso pesquisar em diversas fontes além das oficiais.
Posto isto, acho que é mais recomendável um apoio popular ao presidente eleito, goste ou não dele, afim de preservar nossa democracia. Melhor esperar 4 anos do que 24 para tentar melhor escolha.

Bom senso e canja de galinha não matam ninguém!

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