Segunda, 30 Dezembro 2019 00:57

SOCIALISMO, INSANIDADE OU DOENÇA

Escrito por Neimar Fernandes

Apesar da obra de Dostoievski explorar a autodestruição e a humilhação, ela foi capaz de influenciar grandes nomes como Marcel Proust, Herman Hesse e até Franz Kafka.

Disse Kafka: “Compara-se muitas vezes a crueldade do homem à das feras, mas isso é injuriar estas últimas.”

Socialismo, insanidade ou doença?

Diante de tanta barbárie e em nome de ideologias estúpidas e irracionais, ditadores cruéis submetem nações inteiras aos seus caprichos doentios de bestas, que sequer podem ser comparados às feras ou animais.

Impossível aceitar que a mesma conjunção capaz de nos trazer à vida desperte instintos de selvageria, covardia sem limites e tortura compulsiva.

A mente humana guarda segredos que fogem à razão o que, per si, justifica a exclusão do livre convívio social aos psicopatas.

Nada diferencia esta corja, do capitão do exército de Joana D’Arc, Gilles de Rais. Considerado o precursor dos “Serial killers”, matou mais de duzentos jovens entre seis e dezoito anos, pelo prazer de cortar-lhes a jugular e banhar-se no sangue.

Socialismo, insanidade ou doença?

Mao Tsé-tung com sua revolução cultural tirou a vida de 30 milhões de chineses.

Lênin, apesar da abdicação de Nicolau II na Rússia, foi implacável e dizimou toda a família do Czar. Stalin mandou matar Lênin e Trotsky. Todos eles eliminaram mais  de 20 milhões de russos.

Pol Pot matou mais de 3 milhões no Camboja.

Che Guevara e Fidel Castro mataram mais de 100 mil pessoas.

China, Coreia do Norte, Cuba, Vietnã, Laos e Moldávia mantêm, com mãos de ferro e muito sangue ainda sendo derramado nos dias atuais, regimes comunistas totalitários.

Com a modernidade das mídias sociais, regimes totalitários acabam se expondo na rede mundial graças a heróis solitários, que conseguem burlar a segurança interna desses países.

Vale lembrar a sempre atual advertência de Edmund Burke, advogado e filósofo Irlandês do século XVII:  “Para que o mal triunfe basta que os bons fiquem de braços cruzados.”

Socialismo, insanidade ou doença?

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