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Mensalmente os cofres do estado perdem uma grande soma só com o pagamento de dividas do governo anterior

1103 Divida publica de Roraima 1O estado de Roraima, segundo levantamento da Sefaz – Secretaria de Estado da Fazenda, acumula atualmente uma dívida de aoroximadamente R$ 1,8 bilhão. O estudo aponta que esse montante foi herdado da administração anterior e que sangra os cofres do estado em mais de R$ 20 milhões, verba do FPE – Fundo de Participação dos Estados, que são destinados ao pagamento de parcela da dívida e juros decorrentes.

Na tentativa de amenizar o impacto ao erário, a governadora Suely Campos, no começo de 2016 decretou um plano de contenção de gastos em todos os segmentos da administração e que vem sendo monitorado, rigorosamente, pela Sefaz, inclusive cobrando mensalmente um relatório de todas as secretarias. O estudo mostra que, apesar do esforço em tentar amenisar os efeitos desse impacto, as propostas negociações junto aos segmentos federais têm sido contantes, mas pouco efeito tem surtido.

O secretário da Fazenda, Shiská Palamitshchece Pires, tem tido muita dor de cabeça para fazer esticar os recursos do FPE, inclusive para honrar o cumprimento da folha de pagamento do funcionalismo e a transfência do duodécimo aos Poderes Legislativo e Judiciário.

Ele informa que em escala de endividamento, Roraima é o estado que se encontra em pior situação no país, sagrado com o pagamento de cotas mensais e juros da divida contraida pelo governo anterior, ue ao assumir o comando do estado, contava em caixa com mais de R$ 300 milhões.

O panorama encontrado pelo governo Suely Campos, ao assumir o comando do estado em 2015 encontrou o caixa zerado e uma dívida de R$ 738 milhões que foi crescendo com o acúmulo de juros.

“Para um estado como Roraima que não tem receita própria é alto, é apavorante. Ter que se desfazer de R$ 22 milhões mensais, é muito dinheiro. São mais de R$ 200 milhões anuais, comprometendo programas de desenvolvimento, escasseia os investimentos e deixa o governo atado. Isso é muito ruim”, observa o secretário Shiská.

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