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De acordo com a Catho que faz parte do grupo SEEK, líder mundial no segmento de recrutamento online a mesma pesquisa realizada em 2014 mostrou que esse índice era de 16,1%

Embora não seja ainda tão comum os homens deixarem o mercado de trabalho para cuidar dos filhos e da casa, essa tendência tem aumentado com o passar dos anos. Foi o que constatou pesquisa recém-elaborada pela Catho – o maior e mais completo site de empregos do país – com 3.164 participantes, que apontou que 18,5% dos homens optaram pelos cuidados com os filhos e deixaram seus empregos. Em 2014, esse índice era de 16,1%.

Quando se perguntou: você já precisou deixar o mercado para cuidar de seus filhos? 18,5% responderam SIM e 81,5% NÃO

“Esses dados demonstram que se trata de uma mudança, ainda que tímida. E a tendência é que esses números aumentem com o passar dos anos, mostrando que os homens, cada vez mais, estão dispostos a se dedicar integralmente aos filhos. A consequência disso pode ser a equiparação entre homens e mulheres, gerando mais diversidade para o mercado”, explica o diretor de RH da Catho, Murilo Cavellucci.

A pesquisa da Catho apontou também que a maioria dos pais gostaria de passar mais tempo com os filhos e cônjuge. Para 61,1% deles, por causa do trabalho, o tempo com a família não é suficiente; 29,7% dos homens fariam mais passeios, caso tivessem tempo disponível; já 25,4%, gostariam de estar mais presentes em momentos importantes e 22,2% dos homens participariam mais da educação dos filhos.

Uma outra questão perguntada era: você acha que passa tempo suficiente com sua família? 39,9% disseram que SIM e 61,15 disseram que NÃO.

Outro aspecto da pesquisa foi com relação ao se que mais sente falta na correria do dia a dia (com relação à família)? Estar presente em momentos importantes 25,4%, participar da educação dos filhos 22,2%, fazer passeios em família 29,7%, brincar com os filhos 13,7% e outros foram 9%

A questão do tempo também é um ponto importante no que se refere à licença paternidade. Entre os entrevistados, 54,8% afirmaram que, diferentemente dos cinco dias a que têm direito a maioria dos homens, até 30 dias seria o ideal para estar com a esposa e o filho recém-nascido. Somente 9,5% informaram que 4 meses ou mais seriam perfeitos para a licença paternidade.

Nesta questão a pesquisa perguntou: quantos dias seriam ideais para a licença paternidade? Até 30 dias responderam 54,8%, de 1 a 2 meses disseram 22,5%, de 2 a 3 meses 9%, de 3 a 4 meses 4,4%, e, 4 meses ou mais responderam 9,5%

“São dados que refletem o grande dilema dos profissionais atuais, que é equilibrar trabalho com momentos em família. E é por isso que as pessoas estão cada vez mais buscando qualidade de vida no ambiente de trabalho, a fim de valorizar esse convívio com os filhos”, afirma Cavellucci.

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