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A Reforma da Previdência vem agitando os debates políticos e econômicos do Brasil nos últimos meses. Principal tema da agenda do governo no primeiro semestre, a Câmara dos Deputados votou o texto-base da proposta na tarde desta quarta-feira (10/7) e o mercado financeiro já começa a se movimentar para os possíveis desdobramentos. Para o investidor que não quer ficar de fora de boas oportunidades neste período, é momento de correr para posicionar sua carteira de investimentos da melhor forma.

“Como a aprovação já está sendo considerada por boa parte do mercado, a Bolsa está subindo, os juros e dólar caindo, antecipando a aprovação. Apesar dessa alta recente, a expectativa é que sejam criadas condições para que o mercado e a economia brasileira passem a crescer de forma mais sustentável, o que pode fazer com que o mercado de renda variável se valorize nos próximos anos”, aponta Fabio Macedo, diretor comercial da Easynvest, maior corretora independente do País.

Para dar aquela ajudinha na hora de escolher os investimentos certos, confira o levantamento da Easynvest dos cinco principais investimentos promissores para os próximos meses.

1. Ações
O que é: Ações são títulos que representam um pedaço de uma empresa, que você pode comprar ou vender na Bolsa de Valores. Ao comprar uma ação o investidor se torna sócio da empresa que emitiu essa ação, tendo participação nos lucros da mesma. O valor de compra e venda das ações é determinado pelos próprios acionistas, que estabelecem quanto desejam pagar ou receber por elas. Porém, a valorização de preço no mercado depende da gestão da companhia e das condições gerais da economia.

Motivo: Uma oportunidade de diversificação de investimentos, em que o investidor passa a ser acionista das empresas. Com o mercado desenhando expectativas positivas para o ano, o investidor pode aproveitar o momento para lucrar com alguns papéis. Antes de investir, a dica é se informar bastante sobre a empresa, estudar o comportamento da ação nos últimos meses e estar pronto para possíveis momento de volatilidade do mercado.

Ponto de atenção: As expectativas positivas do mercado desenham boas oportunidades para muitas empresas. A rentabilidade de cada ação depende das oscilações de mercado e a empresa nominal. Por isso, é interessante o investidor estudar sobre a empresa antes de investir e acompanhar as movimentações.
Risco: Alto. O investidor está exposto às oscilações do mercado.

2. Fundos de Ações
O que: Os fundos de ações são fundos de investimentos com a maior parte dos ativos em ações dentro da carteira. Em linhas gerais, existem três tipos: Long Only (aposta na valorização dos papéis da carteira), Long and Short (aposta na valorização de alguns ativos e desvalorização de outros) e Long Biased (combinação dos dois outros).

Motivo: Fundo de Ações é uma alternativa para quem quer entrar mercado de ações, mas não dispõe de tempo ou conhecimento para participar diretamente da negociação de ativos na Bolsa de Valores. Além disso, conta com um gestor especializado que toma decisões estratégicas em busca de maior rentabilidade.

Ponto de atenção: Interessante para quem ainda não tem segurança de entrar no mercado de ações por conta própria, são investimentos que pedem análise do histórico do gestor e é necessário avaliar o custo benefício da taxa de administração e performance de cada fundo.

Risco: Alto. O investidor está exposto às oscilações do mercado.

3. Fundos Multimercados
O que: Funciona como um coringa na carteira de um investidor, fazendo uma ponte entre os mercados de renda fixa, renda variável e câmbio. Administrados por um gestor profissional e diferentes das outras classes de fundos, possuem versatilidade e dão boa liberdade para o gestor adquirir diversos tipos de ativos e aproveitar oportunidades no mercado com a valorização ou desvalorização de juros, moedas e renda variável.

Motivo: É uma ótima opção de diversificação da carteira de investimentos, com produtos de médio e longo prazo. Com maior volatilidade, esse ativo costuma trazer resultados satisfatórios, normalmente acima da renda fixa tradicional. É importante que você leia atentamente o regulamento de cada fundo para verificar e entender em quais mercados o fundo atua, além do histórico de retorno.

Ponto de atenção: Esse tipo de fundo pode ser interessante para diversos perfis de investidores, com opções de baixo, médio ou alto risco, dependente da característica do fundo. Nesta opção, é importante o investidor avaliar os gestores e se o histórico de rentabilidade é consistente.

Risco: Baixo, médio ou alto, variando de acordo com a composição.

4. Fundos de Índices (ETF)
O que: Os Fundos de Índices ou ETF são formados por ações de diversas empresas, que acompanham o movimento dos principais índices da Bolsa. Nesse investimento, você compra e vende suas cotas da mesma forma que as ações e ainda tem a facilidade de adquirir, de uma única vez, uma “cesta” de diversas empresas.

Motivo: Ao adquirir cotas de um determinado ETF, o investidor passa a deter todas as ações componentes do índice a ele relacionado, sem ter de comprar separadamente as ações de cada empresa, o que representa uma grande economia em taxas de corretagem e diversificação de seu investimento.

Ponto de atenção: A rentabilidade desse fundo vai depender da composição dele. Se as expectativas positivas de crescimento do mercado se consolidarem, os ETFs podem ter rentabilidade muito atrativa.
Risco: Alto. O investidor está exposto às oscilações do mercado.

5. Fundos de Investimento Imobiliário (FII)
O que: Servem para investir em empreendimentos imobiliários, como shoppings, hospitais e prédios comerciais. Ao adquirir cotas de FII você se torna sócio dos principais empreendimentos imobiliários do país. As construtoras vendem uma parte do imóvel em cotas e o dono de cada cota recebe um valor proporcional dos aluguéis, que é o rendimento do fundo. Além desse rendimento, o investidor pode ganhar dinheiro vendendo as cotas por um preço mais alto que o preço de compra.

Motivo: Os FIIs têm sido bastante procurados nos últimos meses com a expectativa de retomada do mercado imobiliário. Para o investidor, é uma excelente alternativa de diversificação de investimentos, com baixo custo inicial. Muitas pessoas procuram esse ativo pelo pagamento de juros mensais. Possui um pouco mais de risco e é necessário que o investidor entenda as características do fundo e no que ele está investindo.

Ponto de atenção: O mercado imobiliário já está aquecendo e alguns fundos ainda estão com ativos subvalorizados. Quem se posicionar agora vai sair na frente. A sinalização positiva do mercado para o próximo ano já está movimento as instituições e tem gestores estruturando novos fundos já. Atualmente, tem fundo rendendo entre 0,8% e 1% ao mês, líquido de imposto de renda. Algumas corretoras, como a Easynvest, não cobram taxa.

Risco: Médio. O investidor está exposto à oscilação de mercado, mas, se selecionar bons fundos, tem renda periódica com pouca volatilidade.

Para quem tem perfil mais conservador, no entanto, e não tem apetite ao risco para renda variável, vale ficar de olho em renda fixa. “Títulos de crédito privado, como CDB e Letras de Créditos, tendem a ter uma boa entrada no mercado a partir de investimentos no Brasil”, explica Macedo. “O mais importante nesse momento é conhecer seu perfil de investidor e ter clareza do seu planejamento financeiro para garantir a melhor rentabilidade”.

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