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Por Jean Rabelo - Desde a crise econômica e política na Venezuela que chegam dezenas e até centenas de novos imigrantes venezuelanos em Roraima todos os dias. São milhares de pedidos de refúgio, para se tornarem moradores novos e terem um pouco de dignidade e uma vida melhor é próspera.

A falta de controle migratório e parceria técnica com os órgãos de segurança na fronteira, fez com que uma grande massa de delinquentes e bandidos se misturassem aos grupos de cidadãos que chegam ao Brasil com a esperança de recomeçar a vida.

Muitos, hoje em dia, estão empregados, outros começam suas atividades no comércio informal, porém, uma grande parte ainda está desempregada, más, tem amparo do governo. Além de poderem morar em abrigos com a segurança que o exército proporciona, tem alimentação e até ajuda financeira dada por ONGs diversas.

As maiores críticas da população local é que os brasileiros que vivem na mesma situação de vulnerabilidade social, sem emprego, sem casa e sem dinheiro não tem, por parte do governo, nenhum tipo de amparo por não serem estrangeiro. Essa discussão tem causado grandes debates entre os roraimenses que hoje sofrem com índice de violência aumentando a cada dia e o comércio local desabastecido.

Vejamos alguns pontos a serem analisados. Quando se anda na rua ou se vai a um comércio o que se percebe é que a cada 10 pessoas 7 são venezuelanos. De acordo com os dados estatísticos a quantidade de imigrantes é muito inferior a população local, porém, quando se vai a um hospital a maioria que precisa de atendimento não é brasileiro.

A maior parte de nascimentos na maternidade é de imigrantes; a maior parte das ocorrências policiais envolve imigrantes venezuelanos. Então me pergunto como podemos ter uma população de imigrantes tão inferior a população local com índices na prática tão superiores?

Os comerciantes estão em desespero, sobretudo aqueles que não trabalha com gêneros alimentícios. Vejamos alguns pontos cruciais que ajuda a ampliar a crise econômica do estado de Roraima. Quando se contrata um estrangeiro de forma informal ou legal, eles têm enviado de 50 a 80% do próprio salário para Venezuela para ajudar a família que está passando por dificuldades.

Agora para pra pensar comigo. Imagine milhares de imigrantes trabalhando e todos eles enviando seus salários de volta para seu país, pois é exatamente isso que ocorre. O reflexo dessa situação é dinheiro que deveria circular no mercado local é enviado todos os meses para nossa vizinha Venezuela.

Portanto, quando se deixa de contratar um pedreiro brasileiro, uma empregada doméstica, um mecânico por conta da mão de obra mais barata, faz com que esse dinheiro que deveria ser gasto do mercado local seja enviado aos montes para Venezuela.

O Governo Federal deveria assumir a responsabilidade de 100% do controle migratório e dividir essa população nova de acordo com número proporcional de habitantes de cada região.

Políticas de controle sempre deveriam ter nas fronteiras para saber se condenados e bandidos estão tentando entrar em nosso território para causar pânico a população local.

Como essa responsabilidade ninguém quer assumir. Estamos vivendo um tempo de trevas nunca visto antes. De um lado tentamos ajudá-los (imigrantes), por outro lado acabamos causando o próprio problema na economia do comércio local pela ajuda. Resumindo: quem paga a conta somos todos nós brasileiros de uma forma ou de outra.

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