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Governo, bancos, empresários e entidades civis traçam perfil dos principais problemas. As discussões durarão cerca de 4 horas

2702 Encontro no Palacio 3A reunião do Grupo de Gestão Integrada para o Desenvolvimento Regional Sustentável (GGI), que aconteceu nesta sexta-feira, às 9 horas, no Salão Nobre do Palácio Senador Hélio Campos, serviu para membros do governo, bancos e empreendedores, traçarem um diagnóstico preliminar sobre os principais problemas que emperram o acesso ao crédito via instituições bancárias.

O encontro durou cerca de quatro horas, ocasião em que empresários, executivos de bancos, secretários do governo e representantes de entidades civis, expuseram as dificuldades de tramitação dos recursos disponíveis para os empreendedores. Entre as principais ações para os próximos encontros estão a possibilidade de inclusão de um economista e um engenheiro civil no grupo para dar uma visão técnica e operacional a análise de projetos.

O secretário de Planejamento e Desenvolvimento, Alexandre Henklain, apresentou o projeto de governo para os próximos anos. Explicou sobre as vantagens competitivas do estado e a localização estratégica e, principalmente, o que está sendo feito para se resolver o Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE), regularização fundiária entre outros entraves.

O presidente do Banco da Amazônia, Marivaldo de Melo, destacou que é de extrema importância a resolução destes problemas estruturais que afetam Roraima. “É necessário que o Estado resolva questões como a regularização fundiária, o Zoneamento Ecológico Econômico, o licenciamento ambiental e a questão sanitária. Isso seria um grande passo, que garantirá a segurança jurídica e, por fim, o acesso ao crédito”, disse.

O setor produtivo estava representado por cinco empresários que expuseram os entraves para a produção em Roraima, e para a elaboração de projetos para a captação de financiamentos. Ressaltaram que a energia elétrica confiável é um dos principais empecilhos para o crescimento da economia na região.

O Superintendente do Banco da Amazônia, Miguel Simões, disse que é preciso criar uma interrelação de cooperação entre todos os envolvidos no grupo. Explicou que cada segmento envolvido precisa ter uma visão sistêmica do que seja o GGI. “Essa primeira reunião é uma fase de identificação, de diagnóstico dos problemas para avaliar melhor os projetos. É precisão quer dentro do GGI se construa grupos de trabalho, para que possamos durante o período de uma reunião a outra, traçar melhor as metas”, ressalta.

Os encontros do GGI acontecerão mensalmente. Cada reunião abordará um tema específico, nesse primeiro foram abordados os problemas que envolvem o agronegócio, os próximos serão sobre a indústria, comércio entre outros. A data para um novo encontro está prevista para acontecer no dia 31 de março.

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