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São monitorados pontos críticos de alagações, além de vistorias em árvores e remoção de famílias de áreas atingidas por enchentes.

O período chuvoso em Boa Vista e em todo o Estado de Roraima já deu seus primeiros sinais. E por conta disso, a Defesa Civil Municipal deu início à Operação Inverno, intensificando seu plano de contingência de ações pela capital, incluindo a zona rural, com objetivo de minimizar os danos causados por possíveis alagações e enchentes.

A operação envolve principalmente o monitoramento dos pontos críticos, que neste ano, em relação ao ano passado, teve redução de mais de 50% por conta da desocupação do Caetano Filho, o “Beiral”. Além disso, as obras de drenagem da Prefeitura de Boa Vista também tiveram impacto na diminuição dos pontos onde comumente alagavam. Segundo o diretor da Defesa Civil Municipal, Amarildo Gomes, o plano de contingência já se inicia ainda no verão, para que a eficiência do trabalho no inverno seja maior.

“Esperamos um inverno bem forte neste ano, então todo o nosso trabalho está concentrado em executar todas essas ações pela cidade. Em alguns pontos a situação é mais complicada, pois se trata de moradias às margens de igarapés ou em áreas de proteção permanente, como nos bairros Cauamé, Caranã, Nova Cidade e Paraviana. A nossa atuação, nesses casos, é de orientar os moradores e fazer o atendimento de remoção quando necessário”, explicou Gomes.

Outra ação da operação é o monitoramento dos índices registrados nos cinco pluviômetros operados pela Defesa Civil. Além disso, são feitas vistorias de árvores, principalmente atendendo às demandas que chegam através do 156. Os moradores são orientados a também estarem atentos às condições dessas árvores, evitando estacionar veículos embaixo delas ou próximo. Na chuva ocorrida no fim da tarde desta segunda-feira, 16, ventos fortes arrancaram uma árvore no Centro.

“Vamos até o local e verificamos as condições para ver se há infestações de cupins ou rachaduras. E, dependendo do parecer técnico, é definido se a árvore é cortada ou qual deve ser o procedimento que o morador deve tomar. A população pode entrar em contato através do 156, que a central nos repassa a demanda”, ressaltou Amarildo.

No ano passado, com as chuvas, o Rio Branco atingiu nível de aproximadamente 8 metros e mais de 40 famílias precisaram ser retiradas por conta das cheias, a maioria residente na área de interesse social Caetano Filho. Ainda em 2017, a Prefeitura de Boa Vista iniciou o processo de desocupação do lugar, dando início ao projeto do Parque do Rio Branco.

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