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Quadrilheiros homenagearam a infância e as culturas nordestina e africana

A cultura africana e a história da escravidão no Brasil foram mostradas na apresentação da quadrilha junina Amor Caipira. Nesta noite o público também foi convidado pela quadrilha Arrasta Pé a voltar no tempo e reviver a infância de muita gente. Além disso, quem foi à 5ª noite do Arraial do Anauá presenciou apresentações com elementos do Nordeste brasileiro com as quadrilhas Filhos de Macunaíma e Xamego na Roça.

Primeira a entrar no tablado pelo Grupo de Acesso, os Filhos de Macunaíma entraram no tablado com o tema Das Tristezas do Sertão, Alegria do São João. “Trabalhamos muito esperamos dar o máximo de nós em cima do tablado”, disse a presidente da quadrilha, Andreia Santos.

Já a quadrilha Arrasta Pé, trouxe o tema: Reviver – Sonhos, Melodias, Brincadeiras e Fantasias na Noite de São João e a presidente Kellem Rodrigues falou um pouco sobre a escolha do tema e os elementos presentes na apresentação.

“Quando nos reunimos, optamos por um tema que fizesse a nós e o público lembrar de quando éramos crianças e dentro disso escolhemos trazer elementos da cultura e infância brasileira como o Boi da Cara Preta, o palhaço Bozo, He-man e a Cuca do Sítio do Pica-pau Amarelo”, detalhou.

Já pelo Grupo Especial, a quadrilha Amor Caipira subiu no tablado com o tema: Raízes - Da escravidão aos sons dos tambores ressoam a liberdade. Uma apresentação repleta de elementos da cultura africana, da história da escravidão no Brasil e da luta contra o preconceito até os dias de hoje.

“Nós queríamos trazer para o público uma apresentação que causasse grande impacto e os fizesse refletir sobre o preconceito racial que os negros e outras etnias sofrem até hoje no Brasil, trouxemos um navio negreiro, o figurino inspirado nas roupas que os negros usavam na época da escravidão, assim como o axé e o Olodum”, disse Daniel Mangabeira, presidente da quadrilha.

Encerrando a noite de apresentações, a Xamego na Roça apresentou o tema: Lengotengo – A morte do vaqueiro, que retrata a vida e morte de Raimundo Jacó, famoso vaqueiro do sertão de Pernambuco.

“Nosso maior desafio foi a logística para juntar todo mundo nos ensaios, já que parte dos nossos quadrilheiros é de Mucajaí e outra parte aqui de Boa Vista e depois de todo esse trabalho esperamos conseguir agradar o público e os jurados”, disse Rodrigo Evangelista, presidente e noivo da quadrilha

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