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Para evitar "decoreba" e desinteresse por aulas predominantemente teóricas, especialista aponta que cada vez mais é necessário apoio com abordagens inovadoras para o aprendizado. Aplicar em sala de aula conceitos teóricos é importante para estimular o raciocínio abstrato nos jovens. No entanto, torna-se um problema quando a explicação dada por professores e materiais didáticos apenas proporcionam informações para serem decoradas, sem nenhum efeito prático em uma determinada disciplina.

Uma fórmula matemática desenhada na lousa, por exemplo, pode assustar muitos alunos se ela não vier acompanhada por uma contextualização e uma aplicação no cotidiano. Decorá-la sem essas ferramentas pode acabar prejudicando o interesse do aluno pela matéria e desestimulando-o não só naquele momento, mas inclusive para futuramente seguir uma carreira que priorize esse tipo de conhecimento.

De acordo com o coordenador pedagógico do Sistema pH de Ensino, Fabrício Cortezi, é dever do material didático descomplicar e resgatar a essência do ato de aprender – não somente com a finalidade de preparar o estudante para um dia chegar ao Ensino Superior, mas expandir o repertório da criança de forma que ela aguce a curiosidade pelo mundo e toda complexidade a sua volta.

Para Cortezi, a proposta de um sistema de ensino é reconectar o aluno com a sala de aula. “Os professores, coordenadores e autores de materiais têm que ter a habilidade de conseguir mostrar para o aluno que o que ele está aprendendo tem significado real”, comenta.

Foi pensando nesse aspecto que Cortezi desenvolveu, junto com outros autores do Sistema de Ensino pH, um novo material de Ensino Fundamental – Anos Finais que responda ainda mais a essas requisições. Em cada aula, antes de começar a abordar o próprio conteúdo de diferentes disciplinas, a contextualização sobre algum evento do cotidiano, como uma notícia, uma imagem ou uma história, suscita possíveis situações-problema em que os estudantes têm contato pela primeira vez.

O conteúdo é apresentado com exemplos de situações cotidianas que estão diretamente relacionadas ao conteúdo abordado em sala. “Isso insere os alunos no contexto e pede uma reflexão acerca dele. Ao final da abordagem dos conteúdos, o aluno é novamente combinado a explorar uma situação-problema”, comenta Cortezi.

Além disso, a chamada “decoreba”, que envolve técnicas de memorização, cada vez mais ultrapassada, ainda pode ajudar em provas mal formuladas, porém, não pode ser a essência do modo como a matéria é lecionada em sala de aula. Nesse sentido, a abordagem dos materiais pedagógicos também é fundamental, visto que deve aliar o conhecimento de vida do aluno e gerar interesse pelo que está sendo estudado. “Às vezes, o aluno consegue entender um certo fenômeno natural, por exemplo, mas não sabe colocar isso em prática no seu cotidiano. Assim, tentamos aproximar a relação entre as disciplinas básicas ensinadas nas escolas”, finaliza Cortezi.

MANUAL DO PROFESSOR - Para que o ensino seja aplicado de forma cada vez mais completa, é essencial que o professor receba instrumentos para formular uma aula descomplicada e, ao mesmo tempo, engrandecedora. “O manual do professor deve orientá-lo na melhor forma de trabalhar cada tema, a partir de uma situação ou uma plataforma visual ou escrita” completa Cortezi.

Sistema de Ensino pH (www.sistemadeensinoph.com.br)– O Sistema de Ensino pH surgiu em 2012, a partir do trabalho desenvolvido no Colégio pH e Curso pH, presente há 30 anos no Rio de Janeiro.  Reconhecido pelo elevado número de aprovações nos vestibulares das universidades mais concorridas do estado e pelos excelentes resultados no ENEM, o pH atua da Educação Infantil ao Pré-vestibular.  O Sistema de Ensino conta com uma série de escolas parceiras e oferece orientação nas áreas de planejamento, ferramentas tecnológicas, projetos inovadores, integração de recursos e formação contínua dos profissionais. O Sistema de Ensino pH integra o portfólio de empresas da SOMOS Educação.

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