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Inscrever os filhos em colônias de férias e programações do gênero é uma boa opção de convívio social, fora dos jogos eletrônicos e programas televisivos que as crianças vivem no cotidiano. Essa é a visão da professora Rosilda Garcia, coordenadora de Estágio do curso de Pedagogia do Centro Universitário Estácio da Amazônia.

“Brincar torna-se a cada dia mais importante, pois é a partir da brincadeira que a criança dá início ao processo de maturação sensório-motora”, diz Rosilda ao reforçar que é no período do estágio sensório-motor que a brincadeira é fornecedora de prazer e, ainda, um ato exploratório, ou seja, uma maneira de conhecer o mundo através da própria experiência.

“É através da brincadeira, também, que os pais agem, quase que por instinto, com os seus filhos, facilitando a aquisição da linguagem oral: os pais falam mais agudo, com uma fala mais melódica, melhor articulada e mais lentificada e nem percebem a importância do seu grande feito”, aponta ela.

E, ainda conforme a especialista, as colônias de férias propõem justamente isso: tirar as crianças da rotina para desenvolver atividades que os colégios geralmente não proporcionam em época de aulas.

Para tornar essa experiência gratificante, ressalta Rosilda, é preciso que os pais procurem saber se o local tem a infraestrutura necessária para possibilitar a segurança do seu filho, e, se possível, visitem o lugar para conhecer as instalações. Também que verifiquem com pessoas próximas ou na Internet a reputação da empresa ou do clube que pretende contratar.

A professora explica que os programas de férias devem ser acompanhados por profissionais preparados, como educadores e/ou profissional capacitado para tais atividades, e sugere aos pais que conheçam a proposta do espaço e as pessoas responsáveis pelo projeto. “Não hesite em tirar todas as dúvidas. Pergunte sobre as atividades oferecidas, procedimentos em caso de acidentes, segurança dos espaços oferecidos, formação dos profissionais que acompanham as crianças”, comentou.

Para aqueles que não têm condições de pagar por uma colônia de férias ela sugere que os pais procurem tirar ao menos um final de semana prolongado para estar juntos com os filhos, fazendo algo de diferente do período letivo.

“Não é preciso nada de tão dispendioso ou mirabolante – seu filho deseja estar com você. Podem fazer biscoito; um piquenique em um parque diferente; jogar; contar histórias; ir à praia no final da tarde são exemplos de atividades que podem ser super prazerosas para a família e verdadeiramente relaxantes para a criança”, concluiu.

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