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Anteriormente tinha-se um modelo de gestão onde o governador era centro de tudo e, sendo assim, muitas atitudes eram tomadas a beira da instalação de um caos que já tinha sido anunciado há muito tempo.

A figura do chefe da Casa Civil é de muita importância dentro de qualquer governo, pois ele é o principal elo entre o chefe do Executivo e todos os seus comandados, mas ainda pode-se enfatizar a figura do secretário ou diretor chefe da gestão pública que, juntamente com o chefe da Casa Civil direciona o que pode e o que deve ser gasto em cada pasta, sendo que cada comandado deve fazer um estudo detalhado das suas prioridades evitando que seja feito um mau uso do dinheiro público, o que ficou muito claro na gestão anterior.

Sabe-se das dificuldades encontradas em todo início de gestão, mas elas devem ser sanadas gradativamente. O secretário da Casa Civil, juntamente com o chefe da gestão pública, deve ter como ferramentas diárias de trabalho o Estatuto do Funcionário Público, o manual de procedimentos administrativos e gestão, e a Constituição Estadual.

Não se pode esquecer, ainda que até a presente data, o Governo de Roraima encerrou o primeiro trimestre do ano sem ter orçamento definido para 2019, e chega a abril executando despesas com os mesmos valores praticados no ano passado.

A Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2019 tramita na Assembleia Legislativa desde 2018 e a previsão, segundo a Casa, é que seja votada na primeira quinzena deste mês. O orçamento ainda não foi votado "porque precisa está em consonância com alterações na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e Plano Plurianual (PPA), os quais ainda não foram votados", informou a Assembleia.

O prazo para apresentação de emendas se encerrou em 29 de março e desta forma, fica impossível gerenciar quaisquer ações, pois não se sabe o quanto cada pasta poderá gastar e com o que.

Falta articulação e mediação de conflitos entre o Legislativo e o Executivo estadual, pois a partir do momento que cada gestor souber sua real importância dentro do contexto administrativo, a população sofrerá menos com a falta de aulas nas escolas; medicamentos nos postos de saúde; policiais e demais Servidores Públicos mal remunerados.

E a falta de uma política específica voltada para a população vinda da Venezuela e dos demais países latinos americanos, dentre muitos dos problemas que já surgiram e ainda surgirão em nosso estado.

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