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Estudantes do curso de Direito do Centro Universitário Estácio da Amazônia realizaram esta semana uma série de visitas técnicas às unidades do Tribunal de Justiça de Roraima. O objetivo foi mostrar para os 20 acadêmicos que estão cursando as disciplinas de Estágio como é o funcionamento do Tribunal.

De acordo com o coordenador do Núcleo de Prática Jurídica da Estácio, Bruno César Andrade Costa, a atividade está prevista na programação das disciplinas de Estágio e participam das visitas os alunos que atendem no Núcleo. Segundo ele, esse contato é importante para a formação plena dos alunos.

“A partir do contato com os servidores, com os magistrados e todo esse corpo, eles se sentem mais próximos do que está por vir no mercado de trabalho. É uma oportunidade que vai ajudar com a prática futuramente como operadores do direito”, explica.

Os estudantes tiveram a oportunidade de assistir a julgamentos no Tribunal, tanto da área criminal como cível. Na segunda-feira, o grupo esteve no Fórum Criminal. Além disso, a turma visitou na terça-feira e nesta quinta-feira a sede do Tribunal de Justiça, acompanhando julgamentos.

“É a chance de ver de perto a rotina do Tribunal, os serviços administrativos, os julgamentos e até mesmo conversar com alguns magistrados, promotores, defensores e servidores do Judiciário. Enfim eles levam como experiência para a vida profissional e isso até ajuda na decisão desses alunos pelas diversas opções que a área oferece”, analisa o professor.

2202 Visita de estudantes ao Tribunal do Juri2

A estudante do semestre de Direito que participou da visita, Leoma Ferreira, concorda com o coordenador e entende que a atividade contribui para obter conhecimentos sobre o funcionamento do Tribunal de Justiça e seu papel no sistema judiciário.

“É importante conhecer como funciona esse processo antes de iniciar na prática. Com as visitas a gente compreende onde devemos ir para tratar determinados assuntos. Não vamos ficar perdidos e já teremos uma noção do funcionamento desses órgãos”, analisa a estudante, que pretende atuar na advocacia em defesa dos direitos indígenas.

Para concluir a programação, já estão previstas visitas às demais entidades fundamentais na vivência do profissional do Direito. No mês de março, por exemplo, os estudantes farão o mesmo contato com os operadores do Direito que atuam no Ministério Público Federal (MPF), Justiça Federal e Polícia Federal.

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