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No Chame, profissional ajuda a promover o bem-estar físico, psicológico e social da mulher agredida

Ontem, quarta-feira (15) foi celebrado o Dia do Assistente Social, profissional que ampara pessoas em situação de risco. No âmbito do Poder Legislativo, o serviço é prestado para garantir acolhimento às vítimas de violência doméstica, por meio do Chame – Centro Humanitário de Apoio à Mulher.

Há 7 anos, Lielma Tavares trabalha como assistente social no Chame, e explica que o papel da profissão é lutar pelos direitos das pessoas mais vulneráveis, e principalmente da mulher, para que elas saibam que existem leis e serviços que lhe amparam, até que ela saia do ciclo de violêcia doméstica. "Estamos aqui para empoderar as mulheres. Sou feliz em saber que posso colaborar na vida destas pessoas. Uma honra ser assistente social", disse.

A assistente social identifica as fragilidades e ajuda a vítima a ter acesso aos serviços básicos como saúde, educação, trabalho e programas sociais. Por exemplo, caso a mulher tenha se separado do marido e por conta disso tenha se mudado para uma casa distante da escola dos filhos, o profissional pode articular com Conselho Tutelar para matricular as crianças em uma unidade mais próxima.

Além disso, dependendo do tipo de agressão que a vítima tenha sofrido, o profissional acompanha a mulher para garantir que tenha acesso ao serviço nas instituições públicas.

Conforme o Serviço Social do Chame, o perfil social da maior parte das vítimas, são mulheres desempregadas ou sem estudos com idade entre 35 a 40 anos, pois muitas passaram a maior parte da vida dedicando-se ao marido e aos filhos.

Explica ainda que a assistente social, em muitos casos, quando a mulher rompe com o agressor, acaba desabrigada, e sem expectativa de vida por conta da idade. Logo, o serviço social trabalha para incentivar a mulher a voltar aos estudos, para que possa entrar no mercado de trabalho.

As mulheres do Interior também têm acesso ao serviço do Chame. A cada 15 dias a equipe multidisciplinar leva o atendimento para os Núcleos da Assembleia Legislativa no interior do Estado. O Chame faz parte da Procuradoria Especial da Mulher, ligada à Assembleia Legislativa de Roraima.

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