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A argila auxilia os psicólogos a aliviar os pacientes das ansiedades e aflições.

0109 Jussara com Maria da GloriaA utilização da argila no combate às doenças é um dos recursos mais antigos e tradicionais da humanidade. Conta-se que Hipócrates (460 a 337 a.C), pai da medicina, frequentemente utilizava a argila em seus tratamentos. A psicóloga e psicopedagoga Jussara Barbosa participou, em Brasília (DF), do curso “Argila: Espelho da Auto Expressão” que consiste em técnicas renovadoras que auxiliam o profissional a atingir de forma rápida os conflitos dos pacientes, sejam crianças ou adultos, e aliviá-los das ansiedades que tanto os afligem.

O curso sobre argilismo foi ministrado pela psicóloga Maria da Glória Cracco Bozza Ly. Ela é especialista nessa área e desde 1982 vem buscando novas maneiras de ajudar os indivíduos com suas problemáticas. A modelagem em argila surgiu como um método revolucionário para facilitar a expressão e compreensão dos pacientes. De acordo com Maria da Glória Ly, a aplicação deste recurso faz extravasar sentimentos e percepções que possibilitam formar imagens, esculturas representativas e que tem um sentido à medida que o paciente puder falar a respeito de sua produção com esse material.

Jussara Barbosa é a primeira psicóloga de Roraima a se especializar em argilismo. – A argila, quando manuseado, traz uma sensação acolhedora de maleabilidade já que vai moldando-se conforme a sua vontade. Além de ser um recurso psicopedagógico, também ajuda a criança a expressar suas angústias, tristezas, ansiedades e medos, sendo assim, um excelente recurso para trabalhar questões emocionais, explicou a especialista.

O trabalho com a argila pode ser sempre refeito, consertado, enquanto ainda úmido, contribuindo para o desenvolvimento da autoestima e autoconfiança. Pode-se trabalhar com crianças sobre noções de volume, temperatura, simetria, bem como o equilíbrio e o movimento. – Ao brincar com a geometria, desenvolvemos a percepção espacial do mundo e noções de orientação, direção e proporção, destacou Jussara Barbosa, que pretende aplicar a nova técnica em sua clínica.

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