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A Secretaria de Estado da Saúde – Sesau definiu as próximas ações para impedir que o sarampo não avance para o restante do país. A definição foi tomada em reunião, sexta-feira, 16, na Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde. Entre as ações está uma capacitação para os servidores, próxima terça-feira (20), no auditório do Corpo de Bombeiros.

Serão abordadas as recomendações sobre sintomas, coleta de amostras, vacinação e demais procedimentos. O curso será aberto a todos os profissionais da área que tiverem interesse.

O treinamento pretende garantir que todos os servidores estejam alinhados quanto aos procedimentos do protocolo, pois não se trata mais de procedimentos de rotina e sim, de surto. Uma ficha mal preenchida, por exemplo, dificulta a investigação dos casos suspeitos e atrapalha as ações de combate.

Outra medida definida no encontro é a investigação em prontuários de pacientes com sintomas da doença nos últimos 30 dias nas principais unidades estaduais e municipais, para identificação de casos suspeitos que possam ter passado despercebidos, para que sejam adotadas as medidas devidas.

Segundo a coordenadora de Vigilância em Saúde, Daniela Souza, a Sala de Situação até então utilizada para tratar dos impactos causados pela imigração de venezuelanos será voltada para os técnicos estaduais, municipais e federais realizarem a investigação epidemiológica. “Será feita uma parceria na análise de todos os dados do Estado e Município a fim de consolidar as informações sobre o sarampo”, destacou.

AÇÕES – Na última terça-feira (13) foi confirmado um caso da doença pelo Lacen-RR(Laboratório Central de Saúde Pública). No entanto, o Ministério da Saúde só considera o caso como confirmado após contraprova realizada na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A Sesau ainda aguarda este resultado, mas enquanto isso vem realizando as ações emergenciais. Uma delas é a vacinação. Desde a última quarta-feira (14), o Estado já imunizou mais de 250 imigrantes venezuelanos, residentes em abrigos.

A Venezuela enfrenta um surto de sarampo, que deixou Roraima em alerta no ano passado. Desde então, foram realizados treinamentos para diferenciar o diagnóstico de sarampo, pois os sintomas característicos da doença (febre, manchas avermelhadas no corpo acompanhado de conjuntivite, coriza e/ou tosse) podem ser confundidos com outros agravos.

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