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O objetivo é alertar os profissionais para identificar casos suspeitos da Influenza A

O Departamento de Vigilância Epidemiológica da CGVS (Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde) emitiu sábado, dia 2 de março, uma Nota de Alerta para que os profissionais de saúde se mantenham sensíveis à identificação precoce de casos suspeitos da gripe H1N1. Isso porque no Amazonas, Estado vizinho, foram registrados nos últimos dias, 12 mortes causadas pelo vírus Influenza A (H1N1).

A Nota de Alerta considera o aumento de casos de SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) e os consequentes óbitos causados pelo H1N1. “O alerta é o principal modo de deixar os profissionais da área da saúde atentos a qualquer caso suspeito. O trânsito de pessoas entre Roraima e Amazonas é intenso, e, como é uma doença de fácil transmissão, é difícil evitar que ocorram casos aqui no Estado”, ressaltou Lincoln Valença, diretor do DVE (Departamento de Vigilância Epidemiológica).

A principal orientação é aplicar o Protocolo de Tratamento de Influenza do MS (Ministério da Saúde), que consiste em fazer o monitoramento, notificação e o tratamento com antiviral oseltamivir (TamifluR) dos pacientes que apresentem os sintomas da doença.

São considerados alguns grupos de risco para que haja uma atenção especial. Grávidas em qualquer idade gestacional; puérperas (mulheres que tiveram filho há pouco tempo) até 2 semanas após o parto; adultos com mais de 60 ano e crianças com menos de 5 anos, sendo que o maior risco de hospitalização é em menores de 2 anos, especialmente as menores de 6 meses, com maior taxa de mortalidade.

“Além disso, também fazem parte desse grupo a população indígena aldeada, indivíduos menores de 19 anos de idade em uso prolongado de ácido acetilsalicílico, conhecido popularmente como AAS, indivíduos que apresentam comorbidades, que é a existência de duas ou mais doenças em simultâneo, a população privada de liberdade e os profissionais da saúde”, enumerou Valença.

PREVENÇÃO – A Nota encerra enumerando as principais medidas de prevenção contra a doença. A principal é manter em dia a vacina contra a H1N1, conforme orientação do PNI (Programa Nacional de Imunização). A vacina deve ser tomada uma vez por ano.

“A frequente higienização das mãos e evitar a permanência em locais de grande aglomeração quando há os sintomas da doença também são maneiras eficazes de evitar a transmissão. É difícil evitar que a H1N1 chegue a Roraima, porém, seguindo as orientações da Nota de Alerta, é possível minimizar os impactos da doença aqui no Estado”, finalizou Lincoln Valença.

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