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Por Ana Paula Simões - Pacientes com tendinopatia presente com um início insidioso de dor sobre o tendão afetado, que piora com atividade sustentada. Nos estágios iniciais da doença, a dor diminui com um período de aquecimento, em estágios mais avançados, a dor pode estar presente em repouso, mas piora com a atividade. A dor é menos grave durante períodos de descanso prolongados. Há muitas vezes uma história de trauma, a participação em um novo esporte ou exercício, ou um aumento da intensidade da atividade física. A dor é geralmente descrita como maçante em repouso, e nítida com a atividade agravante. Sem sintomas sistêmicos deve estar presente.

O médico deve observar a área afetada, observando assimetria, inchaço ou atrofia muscular. A presença de uma efusão sugere uma desordem intra-articular, em vez de tendinopatia. Diminuição da amplitude de movimento é visto no lado afetado. A palpação pode revelar sensibilidade ao longo do tendão, reproduzindo a dor do paciente. É importante para ler o alinhamento biomecânico do pé e do tornozelo, enquanto o paciente está em pé e durante todo o ciclo da marcha. Dor nos tendões e articulações múltiplas pode representar uma causa reumatológica.

A radiografia simples é recomendada como o estudo de imagem inicial. Os resultados são geralmente normais, mas o estudo pode revelar calcificação do tendão, osteoartrite, ou um corpo solto. Imagem ainda deve ser considerada se o paciente não responder ao tratamento conservador, o diagnóstico permanece incerto, ou há dor fora de proporção com a lesão. Musculoesquelético ultrassonografia pode mostrar áreas de tendinose e é útil para a obtenção de um exame dinâmico. A ressonância magnética também oferece boas imagens de patologia do tendão, especialmente se o tratamento cirúrgico está sendo considerado.

O diagnóstico é feito por meio da discussão com o seu médico e exame físico. Às vezes, um raio-X é feito para descartar outras causas de pé ou dor no tornozelo. Em casos graves, um ultrassom ou ressonância magnética pode ser feito para avaliar a gravidade ou excluir ruptura do tendão.

Ana Paula Simoes(*) Ana Paula Simões é Professora Instrutora da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e Mestre em Medicina, Ortopedia e Traumatologia e Especialista em Medicina e Cirurgia do Pé e Tornozelo pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. É Membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia; da Associação Brasileira de Medicina e Cirurgia do Tornozelo e Pé, da Sociedade Brasileira de Artroscopia e Traumatologia do Esporte; e da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte.
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