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Para conhecer o trabalho que a Procuradoria Especial da Mulher da Assembleia Legislativa de Roraima realiza por meio do CHAME (Centro Humanitário de Apoio a Mulher), a Fundação Pan-americana para o Desenvolvimento da Organização dos Estados Americanos (OEA), enviou um representante ao estado. A proposta inclui principalmente apoiar as ações do Chame no atendimento às mulheres imigrantes, na maioria venezuelana que está refugiada em Roraima e que se encontra em situação de vulnerabilidade.

A proposta chegou com o gerente de projetos, Christopher Wooley, que participou de uma reunião na segunda-feira (9), na sede do Chame com a procuradora-adjunta Especial da Mulher, Sara Patrícia Farias. Segundo Wooley, a Fundação já conhecia o trabalho desenvolvido pelo órgão, por meio da mídia internacional e afirma que a parceria pode ser produtiva e resultar em muitos benefícios para essas mulheres que estão necessitando de amparo.

“Queremos ajudar a dar uma resposta à crise imigratória em Roraima, principalmente no caso das mulheres que vivem em situações de vulnerabilidade. Estamos nos unindo ao Chame para aprender e entender como nossa Fundação pode fazer mais por essas mulheres. Já vimos que o Centro Humanitário de Apoio a Mulher tem muitas informações e ações que serão úteis para nós e por isso estamos conhecendo essa organização ativa no que tange os direitos das mulheres”, disse o representa da OEA.

Sara Patrícia afirma que a Fundação veio justamente para verificar as ações que são desenvolvidas em proteção da mulher e isso é positivo, uma vez que o Chame torna-se referência de atuação. “A Procuradoria Especial da Mulher cumpre o seu papel de zelar pelos direitos das mulheres e combater toda e qualquer forma de discriminação. Hoje as venezuelanas se encontram em estado de vulnerabilidade, e sabemos que o mundo está com os olhos voltados para o Estado e direcionados a ajuda humanitária. Acredito que poderemos fazer um excelente trabalho e juntos melhorar a vida dessas mulheres”, disse.

Sobre os trabalhos que serão feitos, Sara adiantou que em princípio serão levados conhecimentos sobre as leis nacionais e onde e como as mulheres venezuelanas podem buscar ajuda. “Levar informações sobre a Lei Maria da Penha e nossos serviços de acolhimento, para que elas possam entender como funciona a Rede Estadual de Proteção a Mulher. Elas precisam saber como buscar ajuda e que o Chame está aberto para atendê-las, porque proteção é um direito universal e não pode ser negado”, enfatizou a Sara Patrícia.

Para ter acesso aos serviços oferecidos pelo Centro Humanitário de Apoio à Mulher, é necessário procurar a unidade e explicar qual o problema está enfrentando. O Chame funciona na rua Coronel Pinto, 524, Centro e contatos podem ser feitos por meio do Zap Chame: 98402-0502. Mais informações podem ser obtidas por meio do 0800 095 0047. Saiba mais informações sobre a Rede Estadual que atua em proteção das mulheres neste endereço: http://www.al.rr.leg.br/chame/.

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