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Terça-feira, 8 de maio de 2018, marcou os 73 anos do final da II Guerra Mundial, data muito especial, sobretudo para o Exército Brasileiro que a pouco mais de um mês, no dia 21 de fevereiro de 1945, realizou a famosa tomada de Monte Castelo, na Itália, ponto estratégico para as forças inimigas lideradas por Adolf Hitler.

1ª Brigada de Infantaria de Selva (1ª Bda Inf Sl), “Brigada Lobo D’Almada” relembrou aqueles grandes momentos durante a realização de uma solenidade comemorativa ao Dia da Vitória. A data ficou marcada na história como o dia em que as nações aliadas venceram o nazi-fascismo na II Guerra Mundial.

O feito retrata a vitória dos valores da democracia, da justiça e da liberdade sobre as forças da opressão e da intolerância, representadas pelos países do Eixo e seus regimes totalitários. Desde então, comemora-se, nessa data, o fim da II Guerra Mundial.

A cerimônia realizada na sede da Brigada contou com a presença do 1º Tenente Sebastião Paulino de Lima, ex-combatente da Força Expedicionária Brasileira (FEB) e seus familiares. Na oportunidade o “pracinha”, como era chamado o soldado brasileiro, fez uso da palavra e relembrou um pouco de sua histórica participação no conflito.

A cerimônia foi presidida pelo General de Brigada Gustavo Henrique Dutra de Menezes, comandante da 1ª Bda Inf Sl. Após o encerramento da formatura, os militares tiveram a oportunidade de conversar com o Tenente Paulino, único Ex-combatente do estado de Roraima ainda vivo.

Começo da vitória – O marco inicial do chamado Dia D começou em Monte Castelo, cuja batalha já se arrastava desde 24 de novembro de 1944, local as forças alemães tentavam conter o avanço das forças aliadas. Esta batalha marcou a presença da Força Expedicionária Brasileira (FEB) no conflito. A vitória foi alcançada, finalmente, no dia 21 de fevereiro de 1945, quando a FEB tomou de assalto aquele ponto fortemente organizado e presumivelmente indestrutível.

A conquista de Monte Castelo constituíra-se num imperativo moral para os bravos expedicionários brasileiros. Desafiados pelos insucessos e estimulados pelos sentimentos de honra e dignidade, os soldados brasileiros encararam, com firmeza e coragem, a crua realidade da guerra, durante um rigoroso inverno, para o confronto decisivo.

A intensificação da instrução, as infiltrações audazes das patrulhas, os golpes-de-mão, a inquietação da artilharia e dos morteiros inimigos, a chuva, a neve, a temperatura de 18 graus abaixo de zero, foram sacrifícios necessários ao enrijecimento dos nossos pracinhas, transformando-os em combatentes de elite.

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