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A diretoria da Federação das Associações de Moradores de Roraima (Famer) junto com os associados lotaram as galerias da Assembleia Legislativa de Roraima, terça-feira, 6, durante sessão pedindo o apoio do Poder Legislativo para aprovação de um projeto de lei que autorize a infraestrutura no futuro bairro Antônio Torres, cuja área fica localizada a noroeste de Boa Vista, próximo ao bairro Cidade Satélite, em direção ao município de Alto Alegre.

O presidente do legislativo, deputado Jalser Renier (SD), disse que a Assembleia é a Casa do povo e que, como tal, tem que legislar em favor da população. Ele garantiu seu apoio e o empenho no sentido de garantir as reivindicações das associações ali representandas.

“Contem com a Assembleia, com o nosso trabalho, porque a partir de agora a Famer está conectada ao pensamento do Poder Legislativo, para dar a vocês a dignidade e a oportunidade de ter o seu sonho realizado. E se a governadora não enviar para cá, vamos ter a responsabilidade de buscar seus objetivos independentes do governo”, disse.

O parlamentar ainda lembrou que compromissos assumidos, ainda que verbalmente, devem ser cumpridos, pois quando não se cumpre corre-se o risco de se criar um novo problema. “Quando se assume um compromisso, por mais simples que seja, faça, porque se tua boca falou você é responsável pelo que ela disse. Se a governadora se comprometeu, então que ela seja responsabilizada ou aplaudida pelas palavras que saíram da sua boca”, comentou.

O presidente da Federação, Faradilson Mesquita, comemorou a aproximação com o Poder Legislativo. “Esse é um momento histórico para a Federação. Semana passada, conseguimos o parecer favorável da governadora, e agora a nossa próxima busca é uma audiência com a prefeita Teresa Surita (PMDB), que já pedimos e estamos aguardando a reposta, para que a gente possa consolidar o ciclo da concretização deste sonho, que é um sonho de mais de 13 mil de pais e mães de família”, contou.

Aos 69 anos, Mari Helena Izídio Batista, que vive com um benefício de auxílio doença concedido pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), participou da audiência pública. “Estou aqui porque não tenho casa. Passo o tempo na casa dos filhos, um deles mora no bairro Asa Branca e outra no Jóquei Clube, perto do igarapé, numa área que foi invadida. Vim para ver o que presidente vai dizer e porque eu preciso de um terreno para construir minha casa”, disse.

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