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A migração de venezuelanos para Roraima nos últimos meses tornou-se assunto principal, não apenas na imprensa local, mas também nacional e mundial. A maioria dos imigrantes e refugiados está em situação de extrema pobreza, desabrigados, sem emprego e em estado de vulnerabilidade social, demandando ações e projetos sociais do poder público e diversos profissionais das mais diferentes áreas na expectativa de amenizar a situação.

Nesse sentido, o trabalho dos assistentes sociais ganha importância, uma vez que esses profissionais são formados para atuar na implementação, coordenação e avaliação de políticas e projetos sociais que ajudem a sociedade para, além de desenvolver o entendimento dos problemas sociais acerca das demandas sociais.

Segundo a coordenadora do curso de Serviço Social do Centro Universitário Estácio da Amazônia, Sandra Ferro, o assistente social atua nas mais variadas áreas da sociedade realizando trabalhos em assessorias e consultorias sobre medidas públicas para a população. “O assistente social é um profissional que trabalha com medidas públicas e pode atuar em diversos setores da sociedade como saúde, assistência e área jurídica”, explicou.

Sandra informou que, atualmente, no estado de Roraima existe em torno de 680 assistentes sociais ativos, segundo dados do Conselho de Serviço Social, o que demonstra a existência de demandas para inserção do assistente social no mercado de trabalho. Ela conta que, no caso dos imigrantes e refugiados, no primeiro momento, a atuação dos assistentes sociais se concentra principalmente no âmbito do serviço de orientação, condução e encaminhamento desses usuários para os serviços públicos.

“O papel e preocupação do assistente social é trazer orientações de direitos sociais dentro dessas políticas públicas para usuários dos serviços. Com relação aos imigrantes não é diferente, nós recebemos e encaminhamos para o serviço público necessário”, disse.

Ela ressalta a contribuição e importância dos assistentes sociais, assim como a relevância da união de todos os profissionais do Estado em momentos como esse. “Suas atribuições podem ser desenvolvidas através de orientações, encaminhamentos, e inclusão desses imigrantes em políticas públicas. Estamos vivendo uma situação de crise humanitária. Assim, a importância do assistente social se iguala a de todos os profissionais na sociedade. Devemos nos unir e enfrentar a problemática. O Brasil possui seus problemas no enfrentamento das desigualdades sociais e agora precisa ainda mais de gestores públicos que gerenciem essa crise migratória”, concluiu Sandra Ferro.

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