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Em mais uma ação para impedir o avanço da febre amarela em Roraima, a Sesau (Secretaria Estadual de Saúde) concluiu uma qualificação, nesta quarta-feira (9) na EtSus (Escola Técnica do Sistema Único de Saúde), para agentes de endemias de 6 municípios e representantes estaduais, com o objetivo de reforçar a vigilância da doença em primatas.

Os municípios de Boa Vista, Pacaraima, Bonfim, Rorainópolis, São Luiz e Mucajaí enviaram representantes para o treinamento, que busca aprimorar a coleta de amostras em animais com suspeita da doença, para que elas sejam encaminhadas em tempo hábil ao laboratório IEC (Instituto Evandro Chagas), no Pará.

O curso ampliou as informações sobre casos de febre amarela em animais, tendo em vista que esse tipo acontecimento é um alerta para possível ocorrência em áreas urbanas. “Com melhor conhecimento é possível evitar a expansão da doença para áreas urbanas, que estão infestadas pelo mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença”, ressaltou a coordenadora estadual de Vigilância em Saúde, Daniela Souza.

Outro ponto importante do encontro foi o de definir estratégias adequadas de prevenção e controle, para reduzir a mortalidade da doença na população humana. “Quanto mais rápido identificarmos os possíveis casos, mais eficazes serão as ações de bloqueio”.

CASOS – Este ano já foram registradas 7 notificações de febre amarela em animais. Destas, 5 tiveram amostras coletadas para envio ao laboratório de referência. Já em humanos, o último caso foi registrado em 2007 no município de Caroebe.

Em 2017, foram 4 casos notificados e nenhum confirmado em humanos. No ano passado, 1 macaco morreu de febre amarela (lembrando que os primatas não transmitem a doença e sim, são vítimas dela). Na ocasião, o governo do estado deu todo apoio ao município para as ações de bloqueio, por meio da Coordenação Estadual de Vigilância em Saúde.

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