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A partir de junho, os bebês nascidos No Hospital Materno Infantil Nossa Senhora de Nazareth poderão ser registrados pelos pais gratuitamente. O termo de cooperação garantindo o serviço foi assinado, segunda-feira (21), pela governadora Suely Campos, Defensoria Pública do Estado e Cartórios de 1º e 2º Ofícios Josiel Loureiro e Daniel Aquino e homologado pelo Tribunal de Justiça de Roraima.

A Unidade Integrada de Registro Civil Zélia Lopes Dias funcionará em horário comercial nas dependências da maternidade. Os pais dos bebês precisarão apresentar a DNV (declaração de nascido vivo) e documento com foto para emitir a certidão gratuitamente. “Esse é mais um serviço de cidadania que a população vai ter acesso”, destaca a governadora. Todos os pais e mães sairão da maternidade com o registro de nascimento dos seus filhos.

Além do registro de nascimento, será emitido também o registro de natimorto (fetos que morrem dentro do útero ou durante o parto). Para a diretora da maternidade, Moema Farias, o serviço completa o ciclo de atendimento na unidade. “Na maternidade a mãe consegue vacinar o bebê, fazer os testes da orelhinha, linguinha e agora vai sair com o documento do filho e se resguardar de um deslocamento para resolver essas pendências”, comenta.

COMO VAI FUNCIONAR – Em média nascem de 27 a 30 bebês diariamente. A demanda tem crescido consideravelmente nos últimos anos. Para agilidade no serviço de registro, a Defensoria Pública vai disponibilizar servidores e a maternidade cederá o espaço. “Cerca de 30% dos registros de nascimento não constam o nome do pai. Nossa atuação será na orientação às mães em exigir seus direitos”, enfatizou a defensora geral Terezinha Muniz.

Já os Cartórios farão a impressão do documento no papel timbrado. De acordo com o tabelião Josiel Loureiro, a meta é interligar a todos os cartórios do estado. “Tudo vai funcionar por meio de uma plataforma web moderna, segura que vai possibilitar essa assistência à população. A meta é ampliar com o serviço com a participação dos cartórios do Interior”, disse.

HOMENAGEM – A unidade será denominada Zélia Lopes Dias que era enfermeira da unidade e faleceu dia 10 de março. Ela lutava contra um câncer de mama há oito anos. Natural do Ceará, a enfermeira atuou durante 15 anos na Maternidade. Trabalhou como técnica de enfermagem e depois como enfermeira no berçário e no CME (Central de Material e Esterilização).

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