Avaliação do Usuário

Estrela ativaEstrela ativaEstrela ativaEstrela ativaEstrela ativa
 

A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) em nota à respeito da greve dos caminhoneiros manifestou preocupação com a negociação do governo. De ac ordo com o seu presidente George Pinheiro, a entidade está atenta ao direito de exercer a prerrogativa de protestar de forma ordeira com respeito à Constituição, assim como preservar o direito de ir e vir, mas espera bom senso do governo para a solução do impasse.

“A entidade acredita que o governo vai encontrar um ponto de equilíbrio que não seja através do aumento de impostos, chegando a uma solução que beneficie a todos. Pois não é possível um país com a inflação controlada reajustar os preços dos combustíveis diariamente” afirma a nota.

De acordo com a entidade, o preço dos combustíveis é um somatório da ineficiência da União, estados e municípios. E critica as ações destes segmentos que simplesmente aumenta os impostos para fazer frente aos gastos exagerados. A CACB alega ainda que não vê medidas para reduzir os gastos e nem atitudes no sentido de economizar os recursos arrecadados do contribuinte.

E reforça ainda sua crítica afirmando que “a escalada assombrosa dos preços dos combustíveis não deixa de ser um atentado ao bom senso e um ataque à economia. A Confederação considera justa a greve dos caminhoneiros e lembra que, apesar de estar causando prejuízos incalculáveis ao setor produtivo, representa um sintoma da situação inaceitável em que estamos vivendo”.

Por fim, diz a nota que a economia brasileira vem colecionando perdas significativas que impedem a retomada do desenvolvimento no país. O momento exige rapidez e coragem, até mesmo para iniciar o debate de um processo sobre o papel do estado, no sentido de afastar poder público de atividades que deveriam ser exercidas pela iniciativa privada.

“A decisão de trocar a CIDE pela reoneração da folha de pagamentos também não é a saída para o impasse da greve dos caminhoneiros. Apostamos, uma vez mais, no bom senso da negociação para evitar que mais desabastecimento e caos se instalem no País. Exigimos transparência nas decisões para não prejudicar, ainda mais, a credibilidade das instituições”, conclui.

0
0
0
s2smodern

logo JRH down