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A cerimônia de inauguração da Casa da Mulher Brasileira em Boa Vista acontecerá nesta segunda–feira (3). O serviço permite a integração de instituições que atuam no processo de enfrentamento à violência contra a mulher e maior humanização no atendimento. A CMB, que foi projetada para atender até 200 pessoas por hora, trata-se da principal ação do Programa Mulher, Viver sem Violência, desenvolvido pelo Ministério dos Direitos Humanos (MDH), por meio da Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres (SNPM).

A cerimônia será conduzida pela secretária nacional de Políticas para Mulheres do MDH, Andreza Colatto. São esperadas ainda autoridades, organismo internacionais como a ONU Mulheres e representantes da sociedade civil. “A entrega desta casa representa um avanço importante para as mulheres de Roraima, principalmente neste momento complexo de alta migração”, ressalta Andreza Colatto.

A Casa reúne Juizado Especial, Núcleo Especializado da Promotoria, Núcleo Especializado da Defensoria Pública, Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher, alojamento de passagem, brinquedoteca, apoio psicossocial e capacitação para a sua autonomia econômica.

A unidade em Roraima está situada no bairro de São Vicente, em Boa Vista, e representa um investimento de R$ 10,5 milhões do governo federal para construção. Soma-se ao montante mais 8 milhões, a título de manutenção, que serão liberados por meio de convênio celebrado entre Governo Federal e Governo Estadual.

“A entrega da Casa da Mulher Brasileira em Boa Vista representa a concretização de uma importante política pública em prol do enfrentamento à violência. A inauguração da casa acontece justamente durante os 16 dias de ativismo, momento que conclamamos a todos para refletir e realizar ações para a eliminação da violência contra a mulher”, destaca o ministro dos Direitos Humanos, Gustavo Rocha.

Ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher indicam que foram registradas 84 denúncias de violência contra a mulher em Roraima no primeiro semestre de 2018, o que representa aumento de 75% no comparativo com o primeiro semestre de 2017. De acordo com o mapa da violência de 2015, Roraima apresenta o maior número de homicídios de mulheres.

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