Avaliação do Usuário

Estrela ativaEstrela ativaEstrela ativaEstrela ativaEstrela ativa
 

Cientistas descobriram que pulsos elétricos ajuda m indivíduos no armazenamento da memória. Uma descoberta que pode ser assustadora.

Uma boa memória é questão de sobrevivência, independência e, acima de tudo identidade. A memória humana é o fantasma da medicina neurológica, uma rede ampla em mudança contínua, com comunicação multidimensional entre as células, que permite saber qual é a capital do Kentucky e reproduzir as emoções do primeiro amor.

A notícia divulgada na última semana de que os cientistas desenvolveram um implantae cerebral que pode aumentar a memória – uma “prótese cognitiva”, no jargão médico – pode ser espantosa até mesmo para os céticos.

Certamente, os desenvolvedores de aplicativos já estão pensando em outro conjunto de exercícios para o cérebro tendo em conta essa novidade da medicina. E os roteiristas que criam personagens assassinos com amnésia terão algum apoio na realidade quando tentarem vender suas histórias.

Os cientistas estão conversando sobre a comercialização da tecnologia, e as pessoas que sofrem perdas severas de memória, e suas famílias, provavelmente têm alguma esperança, por menor que seja. Essas coisas levam tempo, e há muitas incertezas. O que realmente significa os cientistas entenderem a biologia da memória a ponto de manipulá-la? Qual reação é apropriada: a dos cientistas ou a dos ranzinzas? A única resposta nesse momento é: as duas.

Os desenvolvedores do novo implante, liderados por cientistas da Universidade Thomas Jefferson e da Estadual da Pensilvânia, se basearam em décadas de decodificação de sinais do cérebro, usando as mais avançadas técnicas de aprendizado de máquina, um subcampo da inteligência artificial.

O implante é constituído de uma gama de eletrodos profundamente inseridos no cérebro que monitora a atividade elétrica e, como um marca-passo, envia um impulso elétrico apenas quando necessário – quando o cérebro fica lento ao tentar armazenas novas informações,

Quando o cérebro está funcionando bem, o aparato não faz nada. “Todos nós temos dias bons e ruins, dias em que estamos mais ou menos afiados. Descobrimos que dar uma mãozinha ao sistema quando ele está em marcha lenta pode de fato acelerá-lo”. É o que afirma Michael Kahana, professor de Psicologia na Universidade da Pensilvânia e principal auto do estudo.

Para todos os outros, a descoberta central por trás do dispositivo – que pode melhorar um cérebro mais lento – já é bem familiar. Os humanos têm feito isso deliberadamente, e desde sempre: com cafeína, nocotina, medicamentos como ritalina, ou de forma mais saudável, com uma corrida intensa no parque.

“Há boas evidências de que coisas como a nicotina e exercício aeróbicos podem melhorar aspectos da atenção. Um estímulo pode ativar alguns dos mesmos sistemas, só que de maneira mais direta e precisa”, disse Zach Hambrick, professor de Psicologia na Universidade Estadual de Michigan. Para ler a matéria completa acesse o Link

Fonte: The New York Time/Uol.

0
0
0
s2smodern

logo JRH down