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Evento promovido pelo MPF, UFRR e Acnur busca esclarecer características culturais dos indígenas e contextualizar a crise venezuelana

O Ministério Público Federal – MPF, em parceria com a Universidade Federal de Roraima – UFRR e o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados – ACNUR, promove nos dias 26 e 27 de setembro, uma oficina para discutir a situação dos indígenas venezuelanos que têm se deslocado para o Brasil em razão da crise em seu país natal. O debate será realizado no Auditório Alexandre Borges, no campus da UFRR.

O evento objetiva trocar experiências e debater o resultado de pesquisas antropológicas sobre a etnia Warao, da região do Delta do Orinoco, que vive uma onda migratória para o Brasil, tendo como principais destinos Boa Vista (RR) e Manaus (AM). O debate pretende subsidiar as políticas públicas voltadas aos indígenas. Estima-se que, desde 2015, mais de 70 mil venezuelanos tenham chegado à Roraima e ao Amazonas.

No primeiro semestre deste ano, um estudo antropológico foi elaborado pelo MPF e apresentado às autoridades brasileiras para esclarecer características culturais dos Warao e a contextualização da crise enfrentada pela Venezuela. A oficina de trabalho deste mês servirá para estreitar as iniciativas brasileiras e venezuelanas com relação aos migrantes.

Foram convidados para participar representantes da ACNUR, da Fundação Nacional do Índio, da Polícia Federal, do Conselho Nacional de Imigração e da UFRR. Representando o MPF, estarão presentes João Akira Omoto, procurador-adjunto nacional dos Direitos do Cidadão, José Gladston Viana Correia, procurador da República em Roraima, e Miguel de Almeida Lima, procurador regional dos Direitos do Cidadão. As mesas redondas vão contar ainda com a participação de pesquisadores da Universidade da Califórnia, do Instituto Venezuelano de Investigações Científicas e da Universidade de Brasília.

PROGRAMAÇÃO – O primeiro dia da oficina é aberto à comunidade em geral, como professores, pesquisadores e alunos da UFRR, instituições que trabalham com os Warao, indígenas e migrantes venezuelanos. Já o segundo dia é destinado apenas a quem atua diretamente com os Warao, como MPF, Defensoria Pública, Funai, Sesai, prefeituras, dentre outros. Os indígenas Warao poderão participar dos dois dias de evento.

O encontro é resultado das ações do Ministério Público Federal, por intermédio da Câmara de Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais do Ministério Público Federal, da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC) e dos procuradores da República em Roraima, no Amazonas e em Belém.

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