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A Polícia Federal (PF) realiza nesta quinta-feira (28/9), simultaneamente em Boa Vista (RR), Brasília (DF) e em Belo Horizonte (MG), uma operação de condução coercitiva, busca e apreensão, em residências do senador Romero Jucá (PMDB-RR) em Roraima e na capital federal, e, também em endereços de filhos e enteados do líder do governo Temer.

A Operação Anel de Giges, assim denominada em alusão ao personagem pastor Giges de “A República” do filósofo Platão, o anel quando virado o engaste para a palma da mão tornava Giges invisível. A PF tem investigado essa invisibilidade de filhos e enteados do senador roraimense, que conseguiram formar uma organização criminosa acusada de peculato, lavagem de dinheiro e desvio de recursos públicos do programa habitacional Minha Casa Minha Vida.

A Polícia Federal adiantou que até o presente foi identificado o desvio de R$ 32 milhões dos cofres públicos por meio do superfaturamento, inclusive com a compra da Fazenda Recreio – propriedade localizada em Boa Vista – e na construção do empreendimento Vila Jardim, projeto financiado com recursos da Caixa Econômica em Roraima. Foi levantado, também, que há fortes indícios de irregularidades na fiscalização e aprovação do empreendimento, o que envolve funcionários da Caixa.

Ao todo, os policiais federais cumpriram 17 mandados judiciais: 9 de busca e apreensão e 8 de condução coercitiva. As diligências continuam nos 3 locais citados em busca de novos ilícitos praticados contra o erário.

Segundo a assessoria da PF, os investigadores conduziram coercitivamente os suspeitos, cujos nomes não foram divulgados, para prestarem esclarecimentos sobre as suspeitas de crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa envolvendo a Fazenda Recreio.

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